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Adaptação para os cinemas de “Para todos os garotos que já amei”

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PARA TUDO MINHA GENTE!

A Intrínseca confirmou ontem que a trilogia de livros “Para todos os garotos que já amei”, da escritora Jenny Han vai virar filme, com direito a elenco já escalado!

A atriz @lanacondor interpretará Lara Jean, enquanto @janelparrish (Mona maravilhosa musa master de PLL) será Margot e @theannacathcart , Kitty. Já @ncentineo (que substituiu Jake T Austin no papel de Jesus em The Fosters) dará vida ao muso Peter K!

O filme ainda não tem data de estreia confirmada, mas as filmagens já começaram no Canada!

Vamos aguardar e comemorar!

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Resenha: Nimona, Noelle Stevenson

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Com história e ilustrações de autoria da americana Noelle Stevenson (premiada pelo Eisner Award e finalista do National Book Award), Nimona possui uma sinopse aparentemente simples e “comum” ao mundo dos quadrinhos: “Nimona é uma metamorfa sem limites nem papas na língua, cujo maior sonho é ser comparsa de Lorde Ballister Coração-Negro, o maior vilão que já existiu”. Porém ao iniciarmos a leitura, percebemos que Nimona foi criado para quebrar padrões.

De forma brilhante, a autora consegue contar a história de sua anti-heroína com extrema sutileza e tratando diversos assuntos, como: feminismo, fantasia, homossexualidade, exclusão, amizade, valores, relações familiares, perdão, política, dentre outros. Os desenhos possuem mais que um papel meramente ilustrativo do enredo, tornando-se parte crucial dele em muitos momentos (destaque para a mudança do cabelo da personagem principal à medida que sua personalidade vai se transformando), o que enriquece muito o desenvolvimento da obra.

Os diálogos entre Nimona e Ballister são complexos, e ao mesmo tempo em que constroem o relacionamento entre os personagens, contam muito a respeito de ambos. Sempre em conflito, Ballister mostra até o final do livro que seus valores são sólidos, priorizando sempre o coletivo e o “correto a se fazer”; o personagem inicia o livro como vilão e termina como o herói que sempre foi. Sem muitos spoilers, sua relação com Sir Ouropelvis, apesar de subentendida, foi algo inesperado e que deu um toque especial à obra.

Já Nimona, ao mesmo tempo em que conta muito sobre si e mostra sua personalidade impulsiva e intempestiva, deixa muitas lacunas em aberto. Não consigo afirmar se haverá uma continuação, mas o fato é que foi criado todo um universo propício a isto. Os personagens foram explorados, mas não esgotados sua totalidade, principalmente ao que diz respeito ao passado de Nimona e os abusos sofridos por ela (que acabaram moldando sua personalidade), e também ao real papel e iniciativa da Instituição.

Com relação ao final, se eu afirmar que o mesmo me agradou, estarei mentindo. Fiquei com aquela sensação enorme de “preciso saber mais”. Faltou um melhor direcionamento no futuro dos personagens, principalmente de Nimona, que diante de tantas injustiças merecia algo mais concreto e positivo em seu desfecho. O final é pertinente, não atrapalha a história ou o resultado como um todo, mas não acompanha o nível com o qual a mesma foi construída.

Pessoalmente, torço e espero por uma continuação, e indico enfaticamente a leitura; mesmo e principalmente para leitores que como eu, não sejam muito atraídos pelo mundo dos HQ’s.

Pax : Sinopse do Livro

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“Peter e sua raposa Pax são inseparáveis desde que ele a resgatou, órfã, ainda filhote. Um dia, o inimaginável acontece: o pai do menino vai servir na guerra, e o obriga a devolver Pax à natureza. Ao chegar à distante casa do avô, onde passará a morar, Peter reconhece que não está onde deveria: seu verdadeiro lugar é ao lado de Pax. Movido por amor, lealdade e culpa, ele parte em uma jornada solitária de quase quinhentos quilômetros para reencontrar sua raposa, apesar da guerra que se aproxima. Enquanto isso, mesmo sem desistir de esperar por seu menino, Pax embarca em suas próprias aventuras e descobertas.

Alternando perspectivas para mostrar os caminhos paralelos dos dois personagens centrais,Pax expõe o desenvolvimento do menino em sua tentativa de enfrentar a ferocidade herdada pelo pai, enquanto a raposa, domesticada, segue o caminho contrário, explorando sua natureza selvagem. Um romance atemporal e para todas as idades, que aborda relações familiares, a relação do homem com o meio ambiente e os perigos que carregamos dentro de nós mesmos.

Pax emociona o leitor desde a primeira página. Um mundo repleto de sentimentos em que natureza e humanidade se encontram numa história que celebra a lealdade e o amor.”

Fonte: Intrínseca

Resenha: Como Eu era antes de Você, Jojo Moyes

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RESENHA CRÍTICA – CONTÉM FATOS IMPORTANTES DA HISTÓRIA:

Já no Prólogo do livro, o leitor fica a par dos fatos que levam ao atropelamento de Will, causando sua tetraplegia. É impossível não atentar-se para a ironia do acidente: o personagem é atropelado pelo mesmo transporte que desiste de usar minutos antes, pois, devido ao mau tempo, considera imprudência. Nesta única narrativa feita por Will, ficam perceptíveis o seu gosto por esportes radicais, sua arrogância e seu sucesso nos negócios.

A história (com algumas exceções) é narrada por Lou, moradora de uma pequena cidade turística da Inglaterra, que aos 26 anos acaba de perder o modesto emprego que amava. Possui uma forma excêntrica de se vestir e namora Patrick, há seis anos.

A família de Lou é humilde e bastante confusa; mesmo com os perceptíveis laços de ternura, a personagem é sempre desmerecida por seus familiares. A irmã de Lou, Treena, é considerada a “estrela” da casa, mesmo deixando a faculdade devido a uma gravidez inesperada. Lou é severamente criticada por todos todo o tempo, seja por sua inteligência ou tipo físico, e fica claro que ninguém espera algo produtivo dela – mesmo ela sendo responsável por grande parte das finanças que mantém a casa.

Após tentativas desastrosas em outros empregos, e mesmo sem experiência, Lou aceita o trabalho de cuidadora pelo período de seis meses na casa dos Traynor, família de Will. Inicialmente, a personagem enfrenta a clara resistência do paciente, que age agressivamente com todos a sua volta, numa clara demonstração de insatisfação com sua nova condição. Mesmo infeliz Lou persiste no trabalho, pois ele se torna a única fonte de renda de sua família.

Inicialmente, Lou não entende seu papel na dinâmica que envolve Will e tenta sempre agradá-lo e aproximar-se do mesmo, embora sem sucesso. Até que um dia, já insatisfeita com o trabalho, reage de forma explosiva após uma grosseria do rapaz, que modifica sua postura, passando a respeitá-la (é nítido que o personagem não aguenta mais falsas amabilidades devido à sua condição). A partir daí, o desenvolvimento da relação entre os dois tem seu início.

Ao longo das semanas, Lou vai tomando conhecimento dos dramas familiares dos Traynor e de acontecimentos anteriores à sua chegada. Ela acaba simpatizando-se por Will e seu dramático estado de saúde; até que por um descuido, descobre o desejo do personagem de ir para a clínica Dignitas, um local onde são realizados suicídios assistidos. Tal desejo induz a personagem a fazer questionamentos pessoais e morais, levando-a a desistir momentaneamente do emprego. Neste ponto do enredo, ficam claras as mudanças comportamentais da personagem que, incentivada por Will, passa a ter autoconfiança e a demonstrar suas insatisfações.

É fundamental o capítulo narrado por Camilla Traynor, pois é nele que a autora deixa o leitor a par da dinâmica familiar antes e depois o acidente de Will – o casamento já fracassado, a infidelidade do pai e consequente insensibilidade da mãe – o que contribui para um melhor entendimento dos envolvidos na trama. É também no relato de Camilla, que o amor da mãe pelo filho fica evidente e compreende-se sua decisão – ainda que relutante – em apoiá-lo a morrer.

Após ter conhecimento do desejo de Will, Lou compreende então a motivação de sua contratação, e retorna ao emprego tendo como missão pessoal persuadi-lo a desistir da ideia. Seu objetivo é mostrar como a vida pode ser agradável e merece ser vivida, mesmo com as limitações pertinentes à tetraplegia. Durante a execução do “plano”, cada vez mais íntimos, os dois acabam se envolvendo emocionalmente.

Diante do visível sentimento que surge entre cuidadora e paciente, o então indiferente namorado de Lou passa a demonstrar algum interesse e até mesmo ciúme. À medida que a historia avança e a relação entre eles chega ao fim, fica claro que Patrick – uma pessoa de caráter duvidoso, egoísta e extremamente vaidoso – não sentia falta da namorada. Ele estava apenas com o orgulho ferido de supostamente perdê-la para alguém que considera pior que si próprio. Para ele, isso seria uma derrota. Lou também já não nutria sentimentos ou tinha assuntos em comum com Patrick, ou seja, era um relacionamento onde ambos estavam acomodados.

A partir daí, os capítulos narrados pelos outros personagens envolvidos na trama de Will desenham para o leitor as mudanças no caráter da relação entre ele e Lou, e também no comportamento de cada um. Lou torna-se mais segura e determinada, enquanto Will parece mais feliz.

Durante a viagem para as Ilhas Mauricio – a mais ousada “aventura” de Lou – Will deixa claro que não desistirá da eutanásia. Para ele, até mesmo o amor de Lou era um lembrete do homem que ele foi e não seria mais, de tudo que gostaria de fazer e não poderia. Seu sofrimento e incômodos físicos cada vez maiores eram proporcionais à vontade de findá-los, e isto era soberano perante qualquer outro sentimento ou desejo. Fica claro que Lou foi um sopro de felicidade na vida de Will, mas nada seria capaz de fazê-lo mudar de ideia. Diante de todas as suas incapacidades, sua própria morte era a única coisa sobre a qual ainda tinha controle, e este era seu único conforto.

Diante disto, Lou fica frustrada e encara a decisão de Will como um fracasso pessoal, não conseguindo suportar a situação. Completamente abalada, distancia-se completamente dos Traynor, até a véspera da morte, quando a mãe de Will implora por sua presença. E mesmo contra a vontade da própria mãe, Lou atende ao chamado.

Após a morte de Will, através de um relatório jurídico (uma estratégia utilizada com êxito pela escritora), o leitor fica ciente das dificuldades e acusações enfrentadas pelos familiares e cuidadores do personagem. Fica claro que, para os que não estavam diretamente envolvidas com o drama, a decisão de Will é inadmissível. Já no fim do livro, no epílogo, o leitor acompanha Lou seguindo as instruções da carta deixada por Will; ele constrói uma base de autoconfiança para Lou seguir em frente em vida e após sua morte, deixa as ferramentas para que ela possa fazê-lo, mudando definitivamente a personalidade e o destino da personagem.

Concluindo, Como eu era Antes de você, é um livro que aborda temas muito complexos como eutanásia e diferentes tipos de abuso, mas também traz o amor pelo próximo como “conector” de toda a trama, algo característico dos livros da autora Jojo Moyes. Se existe alguma mensagem implícita na história, seria a de que amar significa abdicar das próprias vontades em benefício do outro, seja ele seu filho, amante, irmã ou pais.

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Opinião pessoal: Li o livro duas vezes; uma há bastante tempo atrás e outra agora para escrever a resenha. Emocionei-me em ambas. A história trata do mais puro amor, onde o que cativa o sentimento não é a beleza ou jovialidade e sim a essência do outro. Lou é uma de minhas personagens literárias favoritas, pois não é uma heroína perfeita, ela é testada a todo momento, comete erros e sua personalidade é construída ao longo da história. Sem dúvidas, um dos livros mais especiais que já li e com certeza está na lista dos meus preferidos.

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Baía da Esperança: Sinopse

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O livro desta semana é de uma de minhas escritoras preferidas e que com certeza veremos muitas resenhas por aqui. Baía da Esperança foi escrito em 2007 pela autora Jojo Moyes e lançado este ano aqui no Brasil. Como dia 16 deste mês teremos lançamento do filme Como eu era antes de você, baseado em outro romance da mesma escritora, acredito que teremos dobradinha especial da Jojo Moyes aqui no blog! Por enquanto fiquem com as sinopses de Baía da Esperança e em breve a resenha!! Boa Semana e boa leitura a todos!!!

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” Quando Mike Dormer parte de Londres para uma cidadezinha litorânea da Austrália, a fim de empreender a construção de um resort de luxo, tudo o que ele tem em mente é mais um contrato milionário. Mas o destino lhe reserva algo diferente. Baía da Esperança não é um lugar qualquer, e os habitantes do excêntrico, mas decadente, Hotel Silver Bay – a enigmática marinheira Liza McCullen, sua filha de dez anos e tia Kathleen, lendária caçadora de tubarões, além das tripulações de observação de baleias – logo perceberão o apetite predatório do forasteiro Mike. Assim que os efeitos da megaconstrução começam a impactar a vida das baleias e golfinhos da região, os mundos de Liza e Mike entram em um conflito de dramáticos resultados. Perigos inesperados irão confrontar os habitantes locais, sejam criaturas marinhas ou seres humanos. E Mike será obrigado a responder à pergunta que paira sobre Baía da Esperança: até onde se pode chegar, antes de se acabar destruindo aquilo que se ama?”

Fonte: Skoob

” Liza nunca conseguiu fugir do passado. Mas nas praias paradisíacas da encantadora comunidade de Silver Bay ela ao menos encontrou a liberdade e a segurança que procurava – se não para ela, para sua filha pequena, Hannah. Até que Mike Dormer se hospeda no hotel que Liza administra com a tia.

Um perfeito cavalheiro inglês, com roupas elegantes e olhar sério, Mike pode significar o fim de tudo que Liza trabalhou tão arduamente para proteger: não apenas o negócio da família e o lugar de que tanto gosta, mas principalmente a convicção de que ela nunca amaria nem seria digna de amor outra vez.”

Fonte: Contracapa do Livro