Big Little Lies ganha nova temporada!

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Esta semana, o presidente de programação da HBO, Casey Bloys, confirmou o início da elaboração e produção de uma segunda temporada de Big Little Lies, produção de sucesso do canal, baseada na obra de Liane Moriarty.
O executivo informou que foi feita a solicitação de uma continuação da história para a escritora, que aceitou o desafio e já está trabalhando nela.
Apesar das atrizes como Nicole Kidman por exemplo, manifestarem o desejo de continuarem na produção, o diretor responsável pela 1a temporada, Jean-Marc Vallée, já manifestou que não participará do novo projeto.
Lembrando, a série conta com grandes nomes em seu elenco como Reese Witherspoon, Shailene Woodley e Laura Dern, e conta a história de três mães com vidas aparentemente ordinárias que acabam envolvidas em um assassinato.
Vale ressaltar que a produção está indicada ao Emmy deste ano, em diversas categorias, entre elas a de melhor minissérie.
Pessoalmente tenho um pouco de medo da escritora sucumbir à pressão comercial e entregar uma continuação que não se equipare com a primeira temporada em termos de qualidade (o que seria péssimo) – aquela velha história: não saber a hora de parar. Mas tendo a acreditar no nome da HBO e que o canal não entregaria um material para o público que não fosse bom. Vamos aguardar…
Fonte: site Omelete www.omelete.com.br

Resenha: The Leftovers, HBO

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Terminei ontem (tardiamente) de assistir à série da HBO, The Leftovers, baseada no livro homônimo de Tom Perrota, publicado em 2011. A produção já foi finalizada, então assisti a suas 3 e únicas temporadas em sequência (pelo Now, mas está disponível também no HBO GO).
TL não é uma série para ser maratonada; os episódios devem ser assistidos aos poucos, refletidos e discutidos. Tamanho é o número de referências da série – históricas, religiosas, musicais – que minha sugestão é que a cada episódio a review do mesmo seja lida (gostei muito das críticas do Ligados em Séries), porque você pode ter deixado passar algo importante ou essencial escondido no contexto da história.
Se você procura uma história de perguntas e respostas está não é uma série ideal. A trama foca muito na jornada e no desenvolvimento de seus complexos e maravilhosos personagens. Aborda temas como religião, ocultismo, sobrenatural e física quântica – ou seja, tem muito pontos em comum com Lost, antiga produção de Damon Lindelof, um dos responsáveis pela série.
Mas se vc ficou traumatizado com Lost, não desista de TL; diferente da série anterior, nesta produção Lindelof preocupou -se em dar respostas às perguntas essenciais (mesmo que fique a cargo do telespectador acreditar nelas ou não).
Com uma trilha sonora que merece destaque e diálogos bem escritos e densos, The Leftovers me surpreendeu. A HBO nos entregou um drama de alta qualidade. Indico!
Ps1. Me ajudou muito a leitura do livro Matéria Escura, de Blake Crouch; ali estão várias referências que ajudam a entender alguns pontos da série e suas referências.
Ps2. Impossível não perceber as semelhanças do penúltimo episódio com o filme Melancolia, de Lars Von Trier.
Ps3. Em tempo: pela 1a vez a série foi indicada ao Emmy na categoria de melhor atriz coadjuvante com Ann Dowd. Há quem diga que a indicação veio da ausência de GOT na premiação deste ano, mas pessoalmente achei merecida e ainda acho que Carrie Coon merecia não apenas a indicação, como o prêmio.

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Alias Grace, nova produção da Netflix.

Foi divulgado o teaser da série Alias Grace, produção também adaptada de uma obra de Margaret Atwood, escritora de “O conto da aia”, que deu origem ao sucesso The Handmaids Tale, do canal Hulu.
Alias Grace será transmitida pelo canal canadense CBC e distribuída mundialmente pela Netflix.
Adaptada do livro baseado em fatos reais, Vulgo Grace, de 1996 e publicado no Brasil em 2008 pela editora Rocco, a série de 6 episódios conta a história de Grace Marks (interpretada por Sarah Gadon) e se passa no século XIX, no Canadá.
A protagonista será uma imigrante irlandesa acusada juntamente com outro empregado, de assassinar seu patrão e Nancy – sua amante grávida, que também é governanta da casa onde trabalha. Importante ressaltar que Nancy será interpretada por Anna Paquin.
Com data de estreia prevista para 25 de setembro estima-se que a produção esteja disponível simultaneamente na Netflix.

Se for metade do que The Handmaids Tale foi, promete!

Resenha: To the Bones, Netflix

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Eu estava muito ansiosa com a estreia de To the Bones, filme cujo direitos foram comprados pela Netflix logo após a 1a exibição em um festival. Estrelado por Lilly Collins no papel principal, a trama conta as dificuldades de uma jovem com transtornos alimentares em sua recuperação.
Apesar das cenas fortes e chocantes (avisadas logo no início pela netflix), o filme trata o assunto com respeito e sutilezas impecáveis, sem fugir da realidade e da gravidade da situação. Resumindo, trata de forma humana, real e sem glamour.
Para quem viu Lilly Collins como Branca de Neve em Espelho, espelho Meu, o choque visual e também com o amadurecimento da atriz será grande. Aliás todas as atuações são dignas de destaque, desde a mãe egoísta, as companheiras de reabilitação e até mesmo Keanu Reeves como orientador. Mas o parabéns vai mesmo para Alex Sharp como Luke – na minha opinião, brilhante.
Sem dar spoilers, a sequência final é linda, bem dirigida e extremamente poética. To the bone é um filme denso, que aborda temas graves mas que mesmo com todo o drama, consegue ter comédia, romance e cenas de muita beleza e poesia – além de uma bela fotografia.
Assistam, assistam e assistam!
Ps1: a ausência do pai diz muito mais para o contexto do que sua presença. Ilustra como a falta da figura paterna pode afetar de diversas formas negativas o psicológico de uma jovem em formação e todo o campo familiar em seu entorno.
Ps2: a perturbadora e belíssima cena final entre a protagonista e sua mãe deu margem a muitas interpretações e só quem assistiu consegue ter alguma opinião; e pensar novamente e mudar de opinião…. e ai por diante.

Gypsy, nova série da Netflix.

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Dei uma pausa na minha maratona pessoal de Gossip Girl (sim, estou vendo novamente pois acompanhar uma série no período A.N – antes Netflix – era difícil, eu perdia vários episódios, enfim) para assistir a Gypsy, série produzida pela Netflix e estrelada por Naomi Watts.
Como já falei para vocês aqui, a trama gira entorno da psicóloga Jean Holloway e a maneira como ela interage com seus pacientes e família. E sim, falando assim parece bem sacal e apesar de ser exatamente isto, Gypsy é uma série densa e Jean uma personagem extremamente complexa.
O 1o episódio empolga muito, possui um dinamismo excelente, já o restante, nem tanto. O ritmo passa a ser muito lento e mesmo com a trama cativante, a série fica um tediosa, digna de cochilos. Pontos ficaram pouco explicados, incluindo a personalidade e passado dos personagens – apesar dos minutos em excesso por episódio.
Com a “enrolação” a produção perdeu um pouco o “encanto”. E no season finale, a quantidade de pontas soltas deixa claro que as apostas da produção para uma segunda temporada foram altas.
Merecem destaque a trama envolvendo a questão de gênero da filha de Jean, e a atuação de Billy Crudup, no papel de marido da personagem principal. Vemos o ator roubando a cena de Naomi Watts diversas vezes, mesmo achando que acertaram na escalação da atriz (apesar da minha implicância pessoal com o trabalho dela). No geral é uma série de boa qualidade, bem dirigida (surpreendente, já que estamos falando do mesmo diretor do vergonhoso 50 tons de cinza) e com ótima fotografia, mas com alguns furos graves de roteiro. Se o objetivo era demonstrar que todo ser humano possui um lado psicologicamente perturbado e inúmeros segredos, este objetivo foi atingido – mesmo que de forma exagerada e sem muito contexto.
Não há uma 2a temporada confirmada mas, sinceramente, não seria nenhuma surpresa caso não houvesse renovação.

Adaptação para os cinemas de “Para todos os garotos que já amei”

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PARA TUDO MINHA GENTE!

A Intrínseca confirmou ontem que a trilogia de livros “Para todos os garotos que já amei”, da escritora Jenny Han vai virar filme, com direito a elenco já escalado!

A atriz @lanacondor interpretará Lara Jean, enquanto @janelparrish (Mona maravilhosa musa master de PLL) será Margot e @theannacathcart , Kitty. Já @ncentineo (que substituiu Jake T Austin no papel de Jesus em The Fosters) dará vida ao muso Peter K!

O filme ainda não tem data de estreia confirmada, mas as filmagens já começaram no Canada!

Vamos aguardar e comemorar!

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Nova edição da saga Harry Potter – Editora Rocco

É verdade e a @editorarocco anunciou hoje! Em comemoração aos 20 anos do lançamento do primeiro livro, serão lançadas edições de capa dura e novas ilustrações de todos os volumes da coleção Harry Potter! Ai ai com tantos lançamentos maravilhosos eu precisava de um Gringotes! 😍🤓⚡️📚📖
Ah, eles chegam às livrarias dia 19 de agosto viu?!

Atypical, nova série da Netflix.

@netflixbrasil divulgou em sua página o trailer de Atypical, sua nova produção, protagonizada por Keir Gilchrist. Fiquei curiosa para assistir, aborda as dificuldades de um adolescente com espectro de autismo e parece ter “uma pegada” de 13 Reasons Why, só que de uma forma mais positiva. Estreia logo logo dia 11 de agosto! Vamos conferir.
Ps. Me parece que a atriz que interpreta a Paige é a Jenna Boyd, a Bailey de Quatro amigas e um jeans viajante. Olha o tamanho dela! To ficando 👵🏼!

Indicados ao Emmy 2017

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Semana passada foram divulgados os indicados ao Emmy deste ano, que vai acontecer dia 17 de setembro, em Los Angeles – Califórnia (aqui no Brasil o evento provavelmente será transmitido pelo canal de tv a cabo Sony, mas é possível acompanhar pelo YouTube do evento).

Dentre os indicados estão várias séries que assisto e já falei sobre para vocês (e se não citei alguma deveria ter feito) como: Stranger Things, This is Us, Modern Family, Big Little Lies, Feud (que ainda não assisti mas está na lista), The Night Of, Orange is the new black, The Crown (mtas indicações!) e meu mais novo xodó The Handmaids Tale (destaque para Alexis Bledel / Rory como atriz coadjuvante!). Quais são suas apostas?!

Para ver a lista completa de categoria e indicados acesse: www.omelete.uol.com.br
Em tempo: Game of Thrones não está concorrendo este ano, devido ao grande intervalo entre temporadas, pois já concorreu com a 6a temporada ao Emmy de 2016.