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Indicados ao Emmy 2017

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Semana passada foram divulgados os indicados ao Emmy deste ano, que vai acontecer dia 17 de setembro, em Los Angeles – Califórnia (aqui no Brasil o evento provavelmente será transmitido pelo canal de tv a cabo Sony, mas é possível acompanhar pelo YouTube do evento).

Dentre os indicados estão várias séries que assisto e já falei sobre para vocês (e se não citei alguma deveria ter feito) como: Stranger Things, This is Us, Modern Family, Big Little Lies, Feud (que ainda não assisti mas está na lista), The Night Of, Orange is the new black, The Crown (mtas indicações!) e meu mais novo xodó The Handmaids Tale (destaque para Alexis Bledel / Rory como atriz coadjuvante!). Quais são suas apostas?!

Para ver a lista completa de categoria e indicados acesse: www.omelete.uol.com.br
Em tempo: Game of Thrones não está concorrendo este ano, devido ao grande intervalo entre temporadas, pois já concorreu com a 6a temporada ao Emmy de 2016.

Estreia de Game of Thrones

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Ontem foi ao ar depois de uma loooonga espera, o primeiro episódio da sétima temporada de Game Of Thrones. Fazendo um review bem por alto para não dar spoilers, vimos no previously um recap dos acontecimentos (bem antigos até) ocorridos com a família Stark, e tivemos uma cena pré crédito pra lá de maravilhosa e empolgante. Ficou a sensação de que ao longo desta temporada veremos uma “redenção” dos Starks, algo muito aguardado pelos fãs da série.
No geral o episódio foi bastante introdutório, abordando e situando praticamente todos os núcleos e seus passos seguintes, e apesar de uma certa enrolação com Sam em Citadela, foi bem dinâmico.
Alguns pontos merecem ser destacados: os períodos que Sansa passou ao lado de Jeoffrey e Ramsay podem ter afetado mais a personagem do que esperado (teremos uma nova Cersei?); tivemos uma ideia do que Jon Snow irá enfrentar em sua batalha com o Rei da Noite e foi difícil não se arrepiar com Daenerys na cena final.
Sem dúvidas, esta temporada promete.

Gypsy, a nova série da Netflix.

Está disponível na Netflix a série Gypsy. Criada por Lisa Rubin e com Naomi Watts no papel principal, a trama conta a história de Jean Halloway, uma psicóloga renomada e que aparentemente possui uma vida estabilizada; casada com o advogado Michael Halloway, com quem tem uma filha, Jean começa a desenvolver relacionamentos ilícitos e conturbados com seus pacientes e pessoas ligadas à eles.
Com 10 episódios, o thriller psicológico mostra uma mulher tomando atitudes extremas e sucumbindo ao desejo – algo que pode colocar tudo a perder.
Apesar de uma certa implicância com a atriz, estou curiosa sobre a série, me interesso bastante por suspenses inteligentes, o que me parece ser o caso. À conferir!

Sense 8 retornará para um episódio final de duas horas!

@netflixbrasil@netflix confirmou e @sense8 voltará para um episódio final especial de duas horas! Felicidade para os fãs, que assim como eu, queriam respostas (e o Wolfgang a salvo❤️)!

Ponto pra netflix que ouviu as milhões de reclamações dos fãs – especialmente brasileiros – e decidiu dar um fechamento para a série!

Agora é só aguardar!

The Handmaid’s Tale, nova série do Hulu

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Precisamos falar sobre The Handmaid’s Tale, a nova série do Hulu, plataforma similar ao Netflix. Baseada no livro “O Conto da Aia”, lançado em 1985 por Margareth Atwood, a série encerrou recentemente, sua 1ª temporada de 10 episódios com louvor. A história –uma distopia – acontece nos EUA, em um mundo pós-terrorismo onde mulheres encontram inúmeras dificuldades para gerar filhos.

Após um atentado terrorista assassinar o Presidente e outros importantes políticos, uma facção católica extremista toma o poder, transformando o país na República de Gilead. Um regime totalitário e patriarcal baseado nas leis do antigo testamento é implementado, extinguindo os direitos das minorias e mulheres. Neste contexto e com base nas passagens bíblicas, é criada a categoria de “aias”, mulheres férteis cuja única função é procriar.

A personagem principal da série é Offred/June, interpretada maravilhosamente por Elisabeth Moss (merecedora do Emmy, sem dúvida alguma!). Capturada enquanto tentava fugir para o Canadá com seu marido e filha, June torna-se uma Aia, após um rigoroso treinamento envolvendo torturas físicas e psicológicas. Designada para um comandante do alto escalão, passa a se chamar Offred, e é daí que a história se desenrola.

O elenco que conta com nomes como Alexis Bledel (Rory Gilmore), Joseph Fiennes, Samira Wiley (a saudosa Pussey de OITNB), e Ann Dowd dentre outros, é excelente em sua totalidade, com todas as atuações dignas de destaque. Bem escrito, bem dirigido e com uma fotografia impecável, The Handmaid’s Tale vem ganhando grande destaque não apenas pelos motivos já citados, mas também pelas questões feministas e sociais abordadas, principalmente com o conturbado cenário político dos EUA de Trump.

Vejam a série e tirem suas conclusões. Em breve começarei a leitura quase obrigatória do livro – e claro, contarei para vocês o que achei. Assistam!
Ps. Destaque para o ep8, melhor cenografia e trilha sonora + direção que vi em muito tempo!

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Crítica: Orange is the new Black, 5a temporada

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É difícil começar a assistir uma série como Orange is the new black e não viciar. As duas primeiras temporadas tiveram um fôlego incrível, e confesso que ao assistir o season finale da 2a, dei tantas demonstrações de empolgação que minha mãe perguntou o que estava acontecendo quando entrou na sala. Por empolgação também comprei o livro que deu origem a série – mas confesso que nunca o li.
E aí veio uma terceira temporada MUITO sem graça e chata; arrastada, sem muitas reviravoltas e com um final digno de encerramento de série. Então quando a 4a temporada foi lançada, não me interessei, tinha decidido que iria abandonar a história.
Um ano se passou e vi, sem querer, ao preview do que seria já a 5a temporada, prestes a ser lançada. Minha curiosidade foi atiçada novamente e assisti ambas – 4a e 5a – quase que continuamente. E fiquei muito satisfeita com o resultado!
Com uma nítida mudança na configuração, a trama passou a focar em outras personagens do núcleo principal, não apenas em Piper, e com isso a história ganhou fôlego e uma gama enorme de assuntos a serem tratados, além de colocar em evidência o vasto e talentoso elenco que possui.
Os produtores abriram mão de plots que não funcionavam mais e repetiram os que deram certo (Uzo Aduba é sempre um acerto!). Acertaram também em ambos os seasons finale, onde o final é aberto, com o episódio terminando no ápice da tensão da trama (destaque para os minutos finais da 5a temporada, com uma reviravolta digna de Game of Thrones). É claro que algumas arestas ainda precisam ser aparadas, como a presença insignificante e irritante das personagens “viciadas” Leane e Angie. Já Laverne Cox teve muito menos destaque do que merecia, o que foi uma pena.
Com certeza o ponto alto foi a atuação de Danielle Brooks como Taystee – digna de premiação.
OITNB termina sua 5a temporada com saldo positivo, e deixa um bom gas para a sexta (e possível) última temporada! À aguardar!

Dear White People, Netflix:

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Assisti ao primeiro episódio de Dear White People, nova produção da Netflix baseada no filme homônimo, logo na semana de estreia e não me empolguei; achei confuso, com um enredo que andava em círculos e uma “protagonista” sem carisma. Apesar da curiosidade em torno das polêmicas provocadas pela série, que foi acusada por muitos nos Estados Unidos como “apologia e violência contra brancos, reduzindo-os a esteriótipos racistas”, deixei o seriado de lado, ali na minha lista, sem dar muita atenção.
Até que em uma noite de insônia resolvi dar uma nova chance e tive uma grata surpresa. A dinâmica, onde cada episódio é focado em um personagem envolvido na trama central prende a atenção do telespectador, e as discussões propostas são mais que válidas nos dias de hoje. O uso de alguns casos reais de racismo nos Estados Unidos deu veracidade e embasamento para os acontecimentos do enredo.
Os destaques vão para os episódios focados em Reggie e Gabe. O primeiro pelo choque sofrido pelo personagem ao constatar que a cor de sua pele se sobrepõe a todo seu esforço e dedicação, exaltando sua vulnerabilidade; o segundo por mostrar que mesmo a mais politizada das pessoas pode ter o racismo entranhado em suas origens, repetindo padrões e argumentos condenáveis. Aliás, a presença de Gabe e seu papel como um todo – do início ao fim do programa – “abre caminho” para muitas discussões produtivas (mesmo com a bem mediana interpretação de John Patrick Amedore, de Efeito Borboleta).
Maratonei em um dia e gostei muito do resultado final, a temporada consegue concluir de forma satisfatória os plots abertos e ainda deixa ganchos positivos para uma possível segunda temporada. Apesar da pouca mídia de divulgação e da baixa receptividade – se comparada a outras produções da Netflix – especula-se que a segunda temporada já esteja sendo escrita por Justin Simien.
Indico muito a serie, que me deu pontos de vista diversos sobre um problema antigo e sério que infelizmente, ainda persiste.

Bibliotecas do Mundo: Biblioteca Pública de Nova York

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Na série “Bibliotecas do Mundo” temos as imagens da Biblioteca Pública de NY, possuidora do quarto maior sistema do mundo! Devido ao seu tamanho e acervo, precisa de um número impressionante de filiais diferentes – cerca de 93 – distribuídas por Manhattan, Bronx e Staten Island.

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A mais conhecida e “monumental” de todas as instituições é a Filial Central na Quinta Avenida, que é tão famosa por sua coleção de livros quando por suas aparições cinematográficas, que inclui filmes como Bonequinha de Luxo e um episódio do conhecido seriado Seinfeld.
Apesar de pública, é gerenciada pelo poder privado, através de uma corporação não-lucrativa, operando com financiamento público e privado conjuntamente.
Mesmo com o silêncio do local, muitos dizem sentir dificuldades de dar foco às leituras, diante de um ambiente tão incrível, com destaque para o Salão de Leitura Principal Rose.

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Já entrou para a lista dos “sonhos de consumo de viagens”!

Fonte: site Momondo
www.momondo.com.br