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A Guerra que Salvou a Minha Vida, Kimberly Bradley – Darkside Books

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Na minha última visita à Saraiva, ao entrar na livraria, minha atenção foi completamente capturada por ele. Tenho um fraco por capas e edições bonitas e essa logo me chamou atenção.
Quando peguei o livro em mãos e vi que a editora era a DarkSide (outro ponto fraco meu) eu já tinha certeza que iria levar o livro e nem tinha lido a sinopse.
E ao ler meus olhos se iluminaram; A Guerra que Salvou a Minha Vida, da escritora Kimberly Bradley, conta a história da Segunda Guerra pelos olhos de uma menina refugiada em seu próprio país, e que como diz a contracapa, “teve a chance que Anne Frank não teve”. Não me lembro exatamente quando a Segunda Guerra tornou-se um tópico de extremo interesse para mim, mas me lembro de implorar ao 10 anos para assistir A Lista de Schindler (ela não deixar, e eu assistir escondido em algum momento). A esta altura eu ja tinha lido “O diário de Anne Frank” e a medida que os anos foram passando, fui consumindo todo o material possível relacionado ao assunto, de documentários a filmes, principalmente os focados nos campos de concentração. Com a correria da vida e o grande volume de leitura, acho que não lia nada sobre a temática desde O menino do pijama listrado.
No final, a capa bonita de uma editora querida, provou-se um livro que estou contando os segundos para ler. Em breve, conto para vocês o que achei! Grande beijo!

Dear White People, Netflix:

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Assisti ao primeiro episódio de Dear White People, nova produção da Netflix baseada no filme homônimo, logo na semana de estreia e não me empolguei; achei confuso, com um enredo que andava em círculos e uma “protagonista” sem carisma. Apesar da curiosidade em torno das polêmicas provocadas pela série, que foi acusada por muitos nos Estados Unidos como “apologia e violência contra brancos, reduzindo-os a esteriótipos racistas”, deixei o seriado de lado, ali na minha lista, sem dar muita atenção.
Até que em uma noite de insônia resolvi dar uma nova chance e tive uma grata surpresa. A dinâmica, onde cada episódio é focado em um personagem envolvido na trama central prende a atenção do telespectador, e as discussões propostas são mais que válidas nos dias de hoje. O uso de alguns casos reais de racismo nos Estados Unidos deu veracidade e embasamento para os acontecimentos do enredo.
Os destaques vão para os episódios focados em Reggie e Gabe. O primeiro pelo choque sofrido pelo personagem ao constatar que a cor de sua pele se sobrepõe a todo seu esforço e dedicação, exaltando sua vulnerabilidade; o segundo por mostrar que mesmo a mais politizada das pessoas pode ter o racismo entranhado em suas origens, repetindo padrões e argumentos condenáveis. Aliás, a presença de Gabe e seu papel como um todo – do início ao fim do programa – “abre caminho” para muitas discussões produtivas (mesmo com a bem mediana interpretação de John Patrick Amedore, de Efeito Borboleta).
Maratonei em um dia e gostei muito do resultado final, a temporada consegue concluir de forma satisfatória os plots abertos e ainda deixa ganchos positivos para uma possível segunda temporada. Apesar da pouca mídia de divulgação e da baixa receptividade – se comparada a outras produções da Netflix – especula-se que a segunda temporada já esteja sendo escrita por Justin Simien.
Indico muito a serie, que me deu pontos de vista diversos sobre um problema antigo e sério que infelizmente, ainda persiste.

Olha quem apareceu por aqui…

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Olha quem apareceu por aqui! Pessoal dei chá de sumiço, eu sei!!! Primeiramente, confesso que fiquei bem desanimada com a nova configuração do instagram, é uma pena que todos os seguidores não consigam ter acesso ao conteúdo postado na timeline. E segundo porque como mostra a foto acima, estou estudando! Sim, depois de uma vida inteira lendo – e muito – pretendo me dedicar mais à escrita, e espero ter novidades para vocês em breve! Mas por hora vamos a programação normal ok?! Beijos e estava com saudades de vocês!

Documentário: The Mask you live in

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Oi gente!!!! Segui a indicação da @pitty passada no @saia_justa da @canalgnt e quero repassar pra vcs pq vale a pena: assistam ao documentário The Mask You Live In; sim, tem no netflix.
O documentário aborda a forma errônea como os meninos estão sendo criados, o que está resultando em jovens e adultos depressivos, bullying e alterando a forma como eles enxergam as mulheres. Permeando assuntos como o ensino, a mídia, jogos eletrônicos e a hipermasculinizacao, a obra mostra maneiras de ajudarmos crianças a se tornarem seres humanos melhores.
Com temas levantados com força pela série 13 reasons why e também pelos últimos acontecimentos do Big Brother, assistir a este documentário é uma excelente pedida, e nos faz refletir muito! Confiram!

Sobre o Livro: Matéria Escura, Blake Crouch – Intrínseca

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Bom dia! Conforme o prometido esta é a minha nova leitura: Matéria Escura, de Blake Crouch, publicado pela Intrínseca. Soube do livro pelos comentários da @carlaparedes do Blog Futilidades @futilidades e fiquei muito curiosa! O thriller sci-fi conta a história de Jason Dessen que ouve o seguinte questionamento antes de acordar em um laboratório: “Você é feliz com a vida que tem?”. Leiam a sinopse: “Você É Feliz Com A Vida Que Tem?” Essas são as últimas palavras que Jason Dessen ouve antes de acordar num laboratório, preso a uma maca. Raptado por um homem mascarado, Jason é levado para uma usina abandonada e deixado inconsciente. Quando acorda, um estranho sorri para ele, dizendo: “Bem-vindo de volta, amigo.” Neste novo mundo, Jason leva outra vida. Sua esposa não é sua esposa, seu filho nunca nasceu e, em vez de professor numa universidade mediana, ele é um gênio da física quântica que conseguiu um feito inimaginável. Algo impossível. Será que é este seu mundo, e o outro é apenas um sonho? E, se esta não for a vida que ele sempre levou, como voltar para sua família e tudo que ele conhece por realidade? Com ritmo veloz e muita ação, Matéria escura nos leva a um universo muito maior do que imaginamos, ao mesmo tempo em que comove ao colocar em primeiro plano o amor pela família.”
À conferir! Depois conto o que achei!
E esta foto foi tirada na Rua Pires de Almeida, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro. O conjunto de 23 prédios (lindinhos!) foi o primeiro grande projeto imobiliário do bairro, realizado pela Companhia Sul América em 1927. Caso queiram saber mais sobre ela, tem um artigo muito legal chamado “A alma encantadora de uma rua do Rio de Janeiro”, dos arquitetos Paulo Afonso Rheingantz e Denise de Alcântara e publicado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Vale a pena conferir!
Boa leitura à todos!

Eu e Você no fim do mundo & Garota em pedaços

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Oi gente! Tava devendo para vocês contar quais foram as minhas “aquisições inocentes” na passadinha também “inocente” que eu dei na @saraivaonline na sexta! Foram elas: Eu e Você no fim do Mundo, Siobhan Vivian – @intrinseca ; eu vi o post sobre o livro no ig da editora e confesso que já fui focada nele. Consegui o último exemplar 😅! O livro conta a história da jovem Keeley, moradora de Aberdeen, uma cidade que será invadida pela água, obrigando todos seus moradores a deixá-la. O segundo livro eu já estava indo embora e ele me chamou atenção na estante de ya. Garota em Pedaços, Kathleen Glasgow – @planetadelivrosbrasil . A obra conta a história de Charlotte, uma jovem que dedica-se as artes para tentar sobreviver à depressão. Coincidências pessoais à parte, o livro tem um “que” de 13 reasons why e despertou minha curiosidade. Estou louca para ler!
Mas, como uma pilha de uma leitora viciada não é uma pilha, é uma torre (rs) eles não serão minha leitura desta semana… que em breve eu conto para vcs!!! Mas aguardem mais informações e minhas impressões sobre esses dois títulos, ok?! Porque acho que a fila vai ser remanejada, rs!

Novidades na Saraiva!

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Hoje dei uma “passadinha inocente” na Saraiva do Shopping Rio Sul, fiz duas comprinhas inocentes (que vou mostrar pra vcs no próximo post) , e vi uma iniciativa muito legal deles: vários títulos estão com resenhas de diversos consumidores e funcionários – leitores como nós! Achei super legal 👍🏼 e nos leva a ter “outro olhar” sobre o livro! E aí Saraiva, que tal chamar uma tal de @leitoradinamica pra fazer uma resenha hein?! 😂