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Gypsy, nova série da Netflix.

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Dei uma pausa na minha maratona pessoal de Gossip Girl (sim, estou vendo novamente pois acompanhar uma série no período A.N – antes Netflix – era difícil, eu perdia vários episódios, enfim) para assistir a Gypsy, série produzida pela Netflix e estrelada por Naomi Watts.
Como já falei para vocês aqui, a trama gira entorno da psicóloga Jean Holloway e a maneira como ela interage com seus pacientes e família. E sim, falando assim parece bem sacal e apesar de ser exatamente isto, Gypsy é uma série densa e Jean uma personagem extremamente complexa.
O 1o episódio empolga muito, possui um dinamismo excelente, já o restante, nem tanto. O ritmo passa a ser muito lento e mesmo com a trama cativante, a série fica um tediosa, digna de cochilos. Pontos ficaram pouco explicados, incluindo a personalidade e passado dos personagens – apesar dos minutos em excesso por episódio.
Com a “enrolação” a produção perdeu um pouco o “encanto”. E no season finale, a quantidade de pontas soltas deixa claro que as apostas da produção para uma segunda temporada foram altas.
Merecem destaque a trama envolvendo a questão de gênero da filha de Jean, e a atuação de Billy Crudup, no papel de marido da personagem principal. Vemos o ator roubando a cena de Naomi Watts diversas vezes, mesmo achando que acertaram na escalação da atriz (apesar da minha implicância pessoal com o trabalho dela). No geral é uma série de boa qualidade, bem dirigida (surpreendente, já que estamos falando do mesmo diretor do vergonhoso 50 tons de cinza) e com ótima fotografia, mas com alguns furos graves de roteiro. Se o objetivo era demonstrar que todo ser humano possui um lado psicologicamente perturbado e inúmeros segredos, este objetivo foi atingido – mesmo que de forma exagerada e sem muito contexto.
Não há uma 2a temporada confirmada mas, sinceramente, não seria nenhuma surpresa caso não houvesse renovação.

Atypical, nova série da Netflix.

@netflixbrasil divulgou em sua página o trailer de Atypical, sua nova produção, protagonizada por Keir Gilchrist. Fiquei curiosa para assistir, aborda as dificuldades de um adolescente com espectro de autismo e parece ter “uma pegada” de 13 Reasons Why, só que de uma forma mais positiva. Estreia logo logo dia 11 de agosto! Vamos conferir.
Ps. Me parece que a atriz que interpreta a Paige é a Jenna Boyd, a Bailey de Quatro amigas e um jeans viajante. Olha o tamanho dela! To ficando 👵🏼!

Deathnote: nova produção da Netflix.

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Vocês já devem ter visto circulando o trailer de Death Note, o novo longa produzido pela Netflix.

Dirigido por Adam Wingard e estrelado por Nat Wolff (Cidades de Papel), o filme é uma adaptação do mangá de Takeshi Obata, cujo enredo tem como personagem principal o jovem Light Turner. Light tem uma vida bastante ordinária até o dia em que encontra o caderno sobrenatural – Death Note – que permite matar qualquer pessoa ao escrever seu nome em suas páginas.

Turner decide usar o poder do caderno para o “bem”, matando criminosos. Suas “interferências” chamam atenção e ele começa a ser perseguido por um enigmático detetive policial.
O filme – cujo orçamento chegou próximo aos 50 milhões de dólares – tem data de estreia confirmada na Netflix: 25 de agosto de 2017. Vamos conferir!

 

 

Crítica do filme: Okja, Netflix

Se você:
-possui ou já possuiu um animal de estimação querido,
-se você tem dúvidas quanto a indústria alimentícia das carnes e já pensou em tornar-se vegetariano,
-se você já é vegetariano ou
-um ser humano um pouco mais sensível,

a experiência de assistir ao filme Okja, da Netflix, será extremamente complicada para não dizer dolorosa.
Não me entendam mal, o filme é lindo, possui uma fotografia maravilhosa, um roteiro com bom ritmo, personagens carismáticos, efeitos especiais fantásticos, uma protagonista que apesar da pouca idade segurou o papel com excelência e uma boa história. Mas é triste, muito triste.

Pessoalmente achei algumas cenas apelativas ao extremo, mas entendo que este era o intuito da produção, “desromantizar” o processo industrial pecuário. E o final me incomodou a bastante, eu esperava sinceramente que mais fosse feito (não direi mais para não dar spoilers). Chorei feito criança, fiquei mal depois de assistir e não consigo comer carne vermelha desde então – o que me leva a ressaltar algo que a própria Netflix já fez: definitivamente não é um filme para crianças. Papais e mamães de plantão, Okja não é uma opção ok?!

Em tempo, vale a dica: assistam ao documentário Cowspiracy, que infelizmente não é ficção.

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Gypsy, a nova série da Netflix.

Está disponível na Netflix a série Gypsy. Criada por Lisa Rubin e com Naomi Watts no papel principal, a trama conta a história de Jean Halloway, uma psicóloga renomada e que aparentemente possui uma vida estabilizada; casada com o advogado Michael Halloway, com quem tem uma filha, Jean começa a desenvolver relacionamentos ilícitos e conturbados com seus pacientes e pessoas ligadas à eles.
Com 10 episódios, o thriller psicológico mostra uma mulher tomando atitudes extremas e sucumbindo ao desejo – algo que pode colocar tudo a perder.
Apesar de uma certa implicância com a atriz, estou curiosa sobre a série, me interesso bastante por suspenses inteligentes, o que me parece ser o caso. À conferir!

Sense 8 retornará para um episódio final de duas horas!

@netflixbrasil@netflix confirmou e @sense8 voltará para um episódio final especial de duas horas! Felicidade para os fãs, que assim como eu, queriam respostas (e o Wolfgang a salvo❤️)!

Ponto pra netflix que ouviu as milhões de reclamações dos fãs – especialmente brasileiros – e decidiu dar um fechamento para a série!

Agora é só aguardar!

OKJA, novo filme da Netflix

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Estreia hoje o filme OKJA, produção que disputou a Palma de Ouro, em Cannes. Dirigido por Bong Joon-ho e produzido pela Netflix, o filme conta a história de Mija, uma menina que luta para salvar OKJA – uma nova espécie animal geneticamente modificda, apelidada de “super pig” – de ser sequestrada por uma grande e gananciosa multinacional.

A empresa pretende explorar OKJA com concursos, premiações e novas pesquisas para a indústria alimentícia. No elenco estão Tilda Swinton, Jake Gyllenhaal, Paul Dano, Lily Collins e Giancarlo Esposito, dentre outros.

O filme com uma pegada “fantástica” e um trailer que remete à “História sem Fim”, é uma produção sul-coreana-americana e foi escrito por Bong e Jon Ronson. Estou bastante ansiosa para assistir e em breve conto para vocês minha opinião! Confiram!

*Post publicado em 28 de junho de 2017

To the Bone, novo filme da Netflix com Lily Collins

Sou fã confessa da @lilyjcollins desde “Espelho espelho meu” (me julguem!) então fiquei muito feliz quando, esta semana, a @netflix@netflixbrasil divulgou o trailer de To the Bone @tothebonemovie .

O filme conta a história de Ellen (interpretada por Collins), uma garota que luta contra a anorexia. O elenco possui outros nomes de destaque como Keanu Reeves, Liana Liberato e Alex Shap.

O drama, com direção de Marti Noxon de Objetos Cortantes, estreia em 24 de julho! Vamos aguardar!

Crítica: Orange is the new Black, 5a temporada

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É difícil começar a assistir uma série como Orange is the new black e não viciar. As duas primeiras temporadas tiveram um fôlego incrível, e confesso que ao assistir o season finale da 2a, dei tantas demonstrações de empolgação que minha mãe perguntou o que estava acontecendo quando entrou na sala. Por empolgação também comprei o livro que deu origem a série – mas confesso que nunca o li.
E aí veio uma terceira temporada MUITO sem graça e chata; arrastada, sem muitas reviravoltas e com um final digno de encerramento de série. Então quando a 4a temporada foi lançada, não me interessei, tinha decidido que iria abandonar a história.
Um ano se passou e vi, sem querer, ao preview do que seria já a 5a temporada, prestes a ser lançada. Minha curiosidade foi atiçada novamente e assisti ambas – 4a e 5a – quase que continuamente. E fiquei muito satisfeita com o resultado!
Com uma nítida mudança na configuração, a trama passou a focar em outras personagens do núcleo principal, não apenas em Piper, e com isso a história ganhou fôlego e uma gama enorme de assuntos a serem tratados, além de colocar em evidência o vasto e talentoso elenco que possui.
Os produtores abriram mão de plots que não funcionavam mais e repetiram os que deram certo (Uzo Aduba é sempre um acerto!). Acertaram também em ambos os seasons finale, onde o final é aberto, com o episódio terminando no ápice da tensão da trama (destaque para os minutos finais da 5a temporada, com uma reviravolta digna de Game of Thrones). É claro que algumas arestas ainda precisam ser aparadas, como a presença insignificante e irritante das personagens “viciadas” Leane e Angie. Já Laverne Cox teve muito menos destaque do que merecia, o que foi uma pena.
Com certeza o ponto alto foi a atuação de Danielle Brooks como Taystee – digna de premiação.
OITNB termina sua 5a temporada com saldo positivo, e deixa um bom gas para a sexta (e possível) última temporada! À aguardar!