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Review: American Horror Story: Apocalypse – EP01 – “The End”

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Como foi amplamente divulgado, a 8ª temporada da série American Horror Story intitulada “Apocalypse”, será um crossover entre as temporadas Murder House (1ª) e Coven (3ª). Neste cenário, pouco foi dito sobre a trama, mas logo veio à público os atores envolvidos na produção e, consequentemente, personagens que retornariam à série. É importante frisar que alguns atores interpretarão mais de um personagem, alguns já conhecidos e outros novos – como é o caso de Sarah Paulson que atuará como Billy Jean, Cordélia e a vilã Veneable.

 

– ALERTA SPOILERS –

!!!

Mas se você estava ansioso para rever seus personagens já conhecidos, não foi isso que aconteceu em “The End”; logo no início do episódio somos apresentados à bilionária Coco (Leslie Grossman), seu cabeleireiro Gallant (Evan Peters) e sua assistente Mallory (Billy Lourd) em meio a um cenário de caos total. O noticiário em looping e os alertas de celular explicam que o mundo está sofrendo uma série de ataques nucleares em consequência da 3ª Guerra Mundial, e que o próximo deles acontecerá em Los Angeles. Após saber que tem acesso a um local seguro comprado por seu pai, Coco embarca em um avião com seus companheiros e também com a avó de Gallant, Evie (Joan Collins), uma deslumbrada atriz que já viveu seus dias de glória. Do avião, eles assistem ao míssil atingindo a cidade.

Em outro plot acompanhamos o atleta Timothy (Kyle Allen) ser aceito na UCLA minutos antes do ataque. Logo em seguida, agentes de uma empresa intitulada Cooperativa invadem sua casa e o levam para “um local seguro”, alegando interesse no DNA do jovem. Na quarentena ele conhece outra jovem, Emily (Ashley Santos), que foi levada da mesma forma. Após uma passagem de tempo de 2 semanas, eles são levados para o “tal lugar seguro”, chamado Posto 3.

Chegando lá são recebidos por Mrs. Veneable (S. Paulson) que lhes explica o funcionamento do lugar e suas regras. Neste momento vemos Kathy Bates como Miriam Mead, uma militar “braço direito” de Veneable. Aliás, aparentemente mais uma vez K. Bates faz um papel de co-protagonista, o que é um enorme desperdício de talento cometido por Ryan Murphy.

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Neste momento informações importantes são passadas ao telespectador: A Cooperativa é criada pela junção de “12 mentes brilhantes” – chamadas de Visionários, abastecida com financiamento privado e não possui nenhum vínculo político ou militar. Os habitantes dos postos de segurança foram escolhidos por suas qualidades – como é o caso de Timothy – ou pagaram para estar ali – por exemplo, Coco. As regras do local são bastante simples e resumem-se a não sair do local e a não fazer sexo não autorizado. Os habitantes são divididos em castas: os “púrpuras” – a elite, e os “cinzas” – os serviçais. Não há nenhum tipo de tecnologia e após uma cena com Timothy, fica implícito que existem forças sobrenaturais no local.

Responsáveis pelo comando do local, Veneable e Miriam aplicam castigos e torturas aos habitantes, muitas vezes por diversão, algo claramente contrário às intenções da Cooperativa. Aliás, o caráter da relação entre as duas personagens ainda não ficou muito claro.

Após uma nova passagem de tempo de 18 meses o narrador, Timothy, nos deixa a par do “Inverno-nuclear”, o que deixa o mundo externo ainda mais inóspito. Vemos também o início do relacionamento amoroso – nada discreto – de Timothy e Emily, contrariando as regras do local. Os demais habitantes mostram-se exaustos e irritadiços diante de sua situação.

Até que um belo dia o alarme é acionado informado a entrada de algo no terreno. Então acompanhamos a chegada de um homem montado em uma carruagem preta, e cuja identificação da Cooperativa traz o nome de ninguém mais, ninguém menos que: Michael Langdon. Sim, o filho de Tate e Vivien na 1ª temporada, mais conhecido como o Anticristo. Só que agora ele não é um bebe assustador, já é um jovem adulto, que chega ao Posto pedindo para falar com Veneable.

Então a mesma trilha sonora de Murder House se inicia e Michael (Cody Fern) entra no Posto e informa à Mrs. Veneable sobre a existência de um “Santuário”, um local definitivo de sobrevivência, já que é uma questão de tempo até que ocorra uma invasão no Posto ou os seus recursos se esgotem. E ele está ali para avaliar quais as pessoas são realmente merecedoras de acompanha-lo, podendo levar todos ou ninguém. Por fim, vemos que os cavalos que trouxeram Michael são abatidos por Miriam e devorados por algo que ainda não enxergamos – provavelmente zumbis. E desta forma o episódio chega ao fim!

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Enquanto aguardamos ansiosos pela próxima semana, podemos traçar algumas linhas de pensamento… e aqui compartilho com vocês algumas das minhas teorias:

. Pelo que pude perceber nos teasers promocionais, provavelmente haverá um “retorno” no tempo provocado pelas bruxas, de forma que elas impeçam a Guerra e os ataques antes que os mesmos aconteçam – o que resultaria em uma guerra entre elas e Michael. Então provavelmente teremos duas linhas temporais no decorrer da temporada.

. Serão muitas referências bíblicas e esotéricas nesta temporada, a começar pelo próprio Anticristo e seu nome Michael, cujo significado é “aquele que é similar à Deus” e que em algumas culturas afro-brasileiras é sincretizado como o orixá Exu; os jovens Timothy e Emily naquele contexto teriam uma linguagem similar a de Adão e Eva no Paraíso e o “fruto-proibido”, seria o sexo. A carruagem na qual Michael chega ao Posto me lembrou alguma imagem dos anjos do Apocalipse também.

. Curiosidade: as músicas tocadas em repeat no Posto são: “Calling Occupants of Interplanetary Craft”, da dupla Carpenters e depois “The Morning After” de Maureen McGovern. Olhando melhor as letras, o pobre Gallant não estava tão errado em achar que eram mensagens… quem sabe, não são?

Gostei bastante do episódio, tivemos muitas “apresentações” de personagens e roteiro, deixando um gostinho de crossover somente no final, com a chegada de Michael. Mas foi muito bom ver Sarah Paulson finalmente como uma vilã digna do talento dela. Ansiosa pelo restante da temporada! Caso tenham alguma dúvida ou pergunta, ou queiram dividir suas teorias comentem aqui embaixo ok?! Beijos!

 

 

 

Resenha: Sete minutos depois da meia-noite

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“Homens são monstros complicados”

Estava querendo uma leitura rápida e leve, e acabei pegando “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, do autor americano Patrick Ness, da prateleira. A leitura foi rápida, mas longe de ser leve.
A obra conta a história de Conor, um garoto de 13 anos cuja mãe está enfrentando um rigoroso tratamento contra o câncer. Na escola, seus amigos ignoram sua presença, com exceção de um grupo que diariamente faz bullying com ele. Todas as noites, Conor tem o mesmo pesadelo; até que em uma delas, à 00:07, ele recebe a visita de um monstro que lhe faz uma proposta: contar ao menino três histórias e depois disto, escutar apenas uma de Conor, a sua verdade.

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Apesar de muito bem escrito e de conter elementos de fantasia, o livro é triste do começo ao fim, daqueles que levam às lágrimas em vários momentos. A narrativa desenvolve-se perfeitamente, e muitos dos diálogos e personagens exigem reflexão. Não se engane pelo tamanho do livro, pois ele traz bastante conteúdo.

Terminada a leitura, fui pesquisar sobre o autor e descobri algo tocante: a ideia para “Sete minutos” foi dada a ele por Siobhan Dowd, escritora inglesa que lutava contra o câncer e faleceu em 2007 com apenas 47 anos. Temendo não conseguir finalizar a obra devida sua condição, Siobhan entrega a temática central da história para seu amigo Patrick, que a executa com louvor. É importante falar que todos os direitos autorais do livro vão para a Fundação Siobhan Dowd.
A história foi adaptada para o cinema e está no catálogo da Netflix. Com Sigourney Weaver e Felicity Jones no elenco, além de belas imagens, consegue ser ainda mais emocionante que o livro. É um daqueles raros casos em que o filme se equipara em qualidade ao livro. Leiam, assistam ou ambos; trata-se de uma história essencial sobre amor, culpa e luto.
Ps. Em minha opinião, apesar do que diz a indicação, não é um filme para crianças. E prepare o lencinho.

 

Resenha: To the Bones, Netflix

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Eu estava muito ansiosa com a estreia de To the Bones, filme cujo direitos foram comprados pela Netflix logo após a 1a exibição em um festival. Estrelado por Lilly Collins no papel principal, a trama conta as dificuldades de uma jovem com transtornos alimentares em sua recuperação.
Apesar das cenas fortes e chocantes (avisadas logo no início pela netflix), o filme trata o assunto com respeito e sutilezas impecáveis, sem fugir da realidade e da gravidade da situação. Resumindo, trata de forma humana, real e sem glamour.
Para quem viu Lilly Collins como Branca de Neve em Espelho, espelho Meu, o choque visual e também com o amadurecimento da atriz será grande. Aliás todas as atuações são dignas de destaque, desde a mãe egoísta, as companheiras de reabilitação e até mesmo Keanu Reeves como orientador. Mas o parabéns vai mesmo para Alex Sharp como Luke – na minha opinião, brilhante.
Sem dar spoilers, a sequência final é linda, bem dirigida e extremamente poética. To the bone é um filme denso, que aborda temas graves mas que mesmo com todo o drama, consegue ter comédia, romance e cenas de muita beleza e poesia – além de uma bela fotografia.
Assistam, assistam e assistam!
Ps1: a ausência do pai diz muito mais para o contexto do que sua presença. Ilustra como a falta da figura paterna pode afetar de diversas formas negativas o psicológico de uma jovem em formação e todo o campo familiar em seu entorno.
Ps2: a perturbadora e belíssima cena final entre a protagonista e sua mãe deu margem a muitas interpretações e só quem assistiu consegue ter alguma opinião; e pensar novamente e mudar de opinião…. e ai por diante.

Crítica do filme: Okja, Netflix

Se você:
-possui ou já possuiu um animal de estimação querido,
-se você tem dúvidas quanto a indústria alimentícia das carnes e já pensou em tornar-se vegetariano,
-se você já é vegetariano ou
-um ser humano um pouco mais sensível,

a experiência de assistir ao filme Okja, da Netflix, será extremamente complicada para não dizer dolorosa.
Não me entendam mal, o filme é lindo, possui uma fotografia maravilhosa, um roteiro com bom ritmo, personagens carismáticos, efeitos especiais fantásticos, uma protagonista que apesar da pouca idade segurou o papel com excelência e uma boa história. Mas é triste, muito triste.

Pessoalmente achei algumas cenas apelativas ao extremo, mas entendo que este era o intuito da produção, “desromantizar” o processo industrial pecuário. E o final me incomodou a bastante, eu esperava sinceramente que mais fosse feito (não direi mais para não dar spoilers). Chorei feito criança, fiquei mal depois de assistir e não consigo comer carne vermelha desde então – o que me leva a ressaltar algo que a própria Netflix já fez: definitivamente não é um filme para crianças. Papais e mamães de plantão, Okja não é uma opção ok?!

Em tempo, vale a dica: assistam ao documentário Cowspiracy, que infelizmente não é ficção.

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Crítica do filme: O Círculo, Dave Eggers

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Mesmo não gostando de ver adaptações literárias para o cinema antes de ler o livro, devido à falta de tempo, fui assistir “O Círculo” sem ter feito a leitura. Com elenco conhecido – Emma Watson, Tom Hanks, John Boyega – e direção de James Ponsoldt, a adaptação da história de Dave Eggers traz como tema principal a discussão entre público x privado na era das redes sociais. A obra conta a história de Mae, uma jovem que consegue a oportunidade de trabalhar no “Círculo”, empresa do Vale do Silício, aos moldes de Google/Facebook, mas que reuniu tds as redes em uma só, unificando todo o sistema. A plataforma obtém o controle de toda e qualquer informação dos seus usuários.
Fui assistir ao filme empolgada, pois o tema é interessante e sou fã da Emma Watson. Mas infelizmente, tive umas das maiores decepções no que diz respeito ao cinema. Sério, o filme é horrível! Atuações sofríveis de quase todos os atores, enredo pobre e previsível, diálogos tenebrosos, e ares de “1984” teen. Qdo a história finalmente tem um turnover, sinalizando uma melhora, o filme simplesmente acaba. Saindo da sala de cinema, vi os olhares constrangidos das pessoas embasbacadas em perder 2hrs de suas vidas assistindo “aquilo”. Mas ainda não havia desistido do livro.
Li mais de 20 resenhas, e qse todas tinham em comum a seguinte frase: “o livro não é bom, a narrativa é arrastada, mas a discussão proposta é importante”. Gente, que a discussão é importante ninguém duvida, Black Mirror (Netflix) ta aí esfregando isto na nossa cara. Então, ler um livro de mais de 500 pgs somente pela temática proposta estava me incomodando, até que encontrei a crítica feita por Camila von Holdefer (www.camilavonholdefer.com.br)e sou muito grata a ela por sua sinceridade e competência. Sem rodeios, Camila dissecou a obra de Eggers, julgando-a ser o rascunho de algo maior, que duvida da inteligência do leitor e conta com cenas de sexo (que o filme não abordou) constrangedoras. Diante de seus argumentos nítidos e concisos, decidi não fazer a leitura.
Pode ser que em algum momento eu mude de opinião, mas por ora, assistir a um dos piores filmes que já vi foi o suficiente sobre O Círculo por um bom tempo. Vamos em frente!

Sobre o Filme: La La Land

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Movida pela curiosidade após a significativa premiação e repercussão pós Globo de Ouro, fui assistir a La La Land.

A história é contada em 4 partes/ estações e ao longo do filme fiquei impressionada com a produção, figurino e principalmente com o desempenho de Emma Stone e Ryan Gosling. Mas estava com aquela sensação de “mais uma bela produção hollywoodiana” e meio sem entender o pq de tanto alvoroço em torno do musical, até que veio o final… e eu tomei uma das maiores “cacetadas” da qual me lembro em muito tempo.

Sem spoilers, o final NADA esperado é de uma profundidade enorme e convida o telespectador a rever suas próprias escolhas, seus caminhos, seus sonhos, sua própria vida. Saí do cinema em silêncio (meio atordoada) e percebi que a sensação de “tapa na cara” não foi só minha, era geral. E da mesma forma que assistir “Os Miseráveis” já teria valido o tempo e ingresso já na famosa cena de Anne Hathway, La La Land alcança outro nível na sua sequência final.

Maravilhoso!

Obs: Post publicado no instagram @leitoradinamica em jan/2017

Ainda sobre Animais Noturnos: pós filme

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Passado algum tempo da estreia, e após terminar a leitura do livro Tony e Susan – no qual o filme foi baseado – assisti à Animais Noturnos. O longa dirigido pelo genial Tom Ford, conta com Amy Adams, Jake Gyllenhaal e Aaron Taylor Johnson, o último vencedor do Globo de Ouro, no elenco.

Este foi um dos poucos casos em que o filme é tão bom quanto o livro. Enquanto o livro nos deixa mais a par da covardia e agonia de Tony (o personagem agrada mt mais no filme), a adaptação facilita o entendimento dos 3 “tempos” abordados: passado e presente de Susan, e a história que está sendo lida por ela. Algumas modificações de enredo e estrutura foram feitas na adaptação (inclusive com a inserção de alguns fatos), mas nada que incomodasse ou alterasse a estrutura da história que estava sendo contada e sua essência, aliás o roteiro merece todos os créditos positivos possíveis.

Indico ambos, mas já aviso: está longe de ser um momento “light” de lazer, muito pelo contrário, acho que “agonia” é a palavra-chave.
Ps. Já disse o quanto a fotografia e o figurino são fantásticos?! Já disse que o Tom Ford é um gênio?!

 

Obs: Post publicado no instagram @leitoradinamica em jan/2017

Sobre o Filme: Para escrever amor em seus braços

Para Escrever 0 Amor Em Seus Braços

Depois de um Natal muito agitado, acordei doentinha hoje e resolvi procurar um filme para assistir… e me deparei com “Para escrever amor em seus braços” na Netflix, e não poderia ter tido surpresa melhor.

O filme é baseado na história real de Renne, uma adolescente americana que luta contra sua depressão, bipolaridade e vícios em drogas. Com cenas, fotografias maravilhosas e diálogos riquíssimos, este filme pode ter sido um dos melhores a que assisti este ano. Super destaque para a atuação de Kat Dennings no papel principal (aliás ela nunca decepciona!).

Em um mundo tão cheio de futilidades comk o que vivemos, o filme mostra o real valor das amizades, recomeços e coragem. Vale muito a pena! Assistam!

Obs: Post publicado no instagram @leitoradinamica em dez/2016

Sobre o filme: O seu jeito de andar

o seu jeito de andar

Uma pena que alguns filmes independentes tão fofos não tenham a devida divulgação.

Assisti “sem querer” no Netflix ao filme “O seu jeito de andar”; trata-se da adaptação americana de um longa alemão, que conta a história de Jay, um solteirão quebrado e viciado em jogos e noitadas, que precisa arrumar uma forma de pagar uma grande dívida.Com a proximidade do casamento de seu irmão, ele ve neste evento uma forma de conseguir o dinheiro necessário com seu bem afortunado pai. Ele inicia uma busca por uma mulher para levar ao casamento, em uma forma de mostrar sua mudança de atitude para a família, e então conhece Daisy, paciente do hospital psiquiátrico em que trabalha por estar em condicional.
Após uma situação inusitada, Jay resolve leva-la como a sua “nova namorada” para o casamento do irmão. A partir dai Jay vai conhecendo Daisy, tentando lidar com ela, e entendendo os reais motivos pelos quais ela foi parar no hospital. E Daisy tentando entender o mundo ao seu redor.
Com Evan Rachel Wood no papel de Daisy em uma atuação brilhante (mt mesmo), o filme resgata a essência mais pura do amor, e trata de valores como perdão e a própria redenção de Jay. Lindo! Super recomendo!

Obs: Post publicado no instagram @leitoradinamica em dez/2016

Sobre o filme: A garota do Livro

a garota do livro

Olá queridos! Em dezembro os finais de semana são mais corridos, então assisti a apenas um filme: A Garota do Livro, disponível no Netflix. Confesso que minhas expectativas estavam altas, pois havia lido ótimas críticas e particularmente adoro a Emily VanCamp (desde os tempos de Everwood), que atua como Alice – protagonista da história.

O filme tem um início muito bom, que promete muito, mas em pouco tempo a história torna-se previsível e, usando a frase de uma amiga minha que assistiu ao filme antes de mim: “fiquei esperando algo acontecer e não acontece”. Mas vale a pena assistir, algumas cenas são muito boas a ponto de serem perturbadoras e revoltantes (destaque para a atuação de Ana Mulvoy-Ten, que faz o papel de jovem Alice).

Assistam, mas não esperem nada muito elaborado ou complexo. Abaixo, deixo a sinopse para vcs! Boa semana! “Alice Harvey (Emily VanCamp), de 28 anos, é uma assistente de uma editora de livros, e sonha em ser escritora. Filha de um poderoso agente literário de Nova York, ela vai ser obrigada e enfrentar dolorosos acontecimentos de seu passado, ao ser convidada para trabalhar no lançamento de um livro de Milan Daneker (Michael Nyqvist), um antigo cliente de seu pai. A jovem precisará ter forças para enfrentar antigos demônios de sua mente, e quebrar seu bloqueio criativo que a impede de realizar seus desejos.”

Obs: Post publicado no instagram @leitoradinamica em dez/2016