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Novidades sobre o segundo filme da franquia “Animais fantásticos e onde habitam”

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Recentemente o portal Buzzfeed publicou um post com algumas curiosidades à respeito da franquia Animais Fantásticos e Onde Habitam, também escrita por J. K. Rowling.
Ao todo serão 5 filmes e as filmagens do 2o volume já começaram; fato comemorado pelo site Pottermore, que divulgou novas informações sobre a franquia. Então o Buzzfeed teve a grande sacada de resumir e reunir tudo em tópicos no post já citado, para a felicidade de fãs, como eu! E aqui estão eles:
. A história vai acontecer no período entre os anos 1926-1945, ou seja, 19 anos irão se passar entre o primeiro e o último filmes.

. Essa eu já tinha contado para vocês: Jude Law já está escalado para viver o jovem Dumbledore.

. No próximo filme, veremos uma aliança entre Dumbledore e Newt Scamander, com o objetivo de derrotar Grindelwald e seus aliados.
. O retorno de alguns personagens do primeiro filme – como Tinha, por ex – ocorrerá.
. Uma participação do ator Erza Miller no segundo filme também está confirmada.
. A personagem de Zoe Kravitz, Leta Lestrange, terá um papel maior na história.
. O segundo filme terá como cenário as cidades de Nova York, Londres e Paris.
. E como não poderia deixar de ser, serão várias as relações com a saga Harry Potter.
O segundo filme já tem data de estreia prevista: 16 de novembro de 2018. Ainda falta bastante tempo e espero que até lá, saiam novos livros também! Vamos aguardar! 🤓⚡️
Fontes: Buzzfeed e Pottermore

 

Deathnote: nova produção da Netflix.

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Vocês já devem ter visto circulando o trailer de Death Note, o novo longa produzido pela Netflix.

Dirigido por Adam Wingard e estrelado por Nat Wolff (Cidades de Papel), o filme é uma adaptação do mangá de Takeshi Obata, cujo enredo tem como personagem principal o jovem Light Turner. Light tem uma vida bastante ordinária até o dia em que encontra o caderno sobrenatural – Death Note – que permite matar qualquer pessoa ao escrever seu nome em suas páginas.

Turner decide usar o poder do caderno para o “bem”, matando criminosos. Suas “interferências” chamam atenção e ele começa a ser perseguido por um enigmático detetive policial.
O filme – cujo orçamento chegou próximo aos 50 milhões de dólares – tem data de estreia confirmada na Netflix: 25 de agosto de 2017. Vamos conferir!

 

 

Tudo e todas as coisas, de Nicola Yoon

 

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Tudo e todas as coisas, livro escrito pela jamaicana Nicola Yoon, em um primeiro momento parece mais uma história clichê feita para arrancar lágrimas; mas está muito longe disto. Confesso que só soube do livro quando vi os anúncios do filme e de maneira despretensiosa, comprei o ebook. Até que um belo dia resolvi abrir o link para ler as primeiras páginas e não parei mais, engoli o livro!
Ao mesmo tempo que é lindo ver o crescimento e amadurecimento da personagem Mad e a perda da sua inocência, é desesperador ser telespectador da relação doente e simbiótica entre ela e a mãe, que a manipula em diferentes níveis de chantagens mascarados com amor. Em determinado ponto do livro as atitudes da mãe de Madeline ficam tão absurdas, que entregam o “plot twist” do livro.
Olly acaba sendo para o leitor mais carismático que a própria Mad, o que se deve ao fato de o conhecermos através do olhar dela, que está apaixonada por ele. Então natural que o personagem seja mais romantizado.
Se tenho alguma crítica à fazer, é ao final. Ficou corrido, faltaram informações intermediárias e elaboração nos fatos finais. Não sei se é a intenção da escritora fazer um outro volume, mas pessoalmente achei que algumas pontas ficaram soltas e algumas questões em aberto que me incomodaram. Mas no todo fiquei muito satisfeita com a leitura.
Com relação ao filme eu não assisti; ele estreou dia 15/06 e quando procurei um cinema para assistir no dia 29 ele já havia saído de cartaz, o que foi uma pena, pois estou bastante curiosa. O jeito é aguardar entrar no Now, Netflix ou em outra plataforma que eu possa assistir e fazer a comparação. Sigo aguardando! Recomendo!

 

The Handmaid’s Tale, nova série do Hulu

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Precisamos falar sobre The Handmaid’s Tale, a nova série do Hulu, plataforma similar ao Netflix. Baseada no livro “O Conto da Aia”, lançado em 1985 por Margareth Atwood, a série encerrou recentemente, sua 1ª temporada de 10 episódios com louvor. A história –uma distopia – acontece nos EUA, em um mundo pós-terrorismo onde mulheres encontram inúmeras dificuldades para gerar filhos.

Após um atentado terrorista assassinar o Presidente e outros importantes políticos, uma facção católica extremista toma o poder, transformando o país na República de Gilead. Um regime totalitário e patriarcal baseado nas leis do antigo testamento é implementado, extinguindo os direitos das minorias e mulheres. Neste contexto e com base nas passagens bíblicas, é criada a categoria de “aias”, mulheres férteis cuja única função é procriar.

A personagem principal da série é Offred/June, interpretada maravilhosamente por Elisabeth Moss (merecedora do Emmy, sem dúvida alguma!). Capturada enquanto tentava fugir para o Canadá com seu marido e filha, June torna-se uma Aia, após um rigoroso treinamento envolvendo torturas físicas e psicológicas. Designada para um comandante do alto escalão, passa a se chamar Offred, e é daí que a história se desenrola.

O elenco que conta com nomes como Alexis Bledel (Rory Gilmore), Joseph Fiennes, Samira Wiley (a saudosa Pussey de OITNB), e Ann Dowd dentre outros, é excelente em sua totalidade, com todas as atuações dignas de destaque. Bem escrito, bem dirigido e com uma fotografia impecável, The Handmaid’s Tale vem ganhando grande destaque não apenas pelos motivos já citados, mas também pelas questões feministas e sociais abordadas, principalmente com o conturbado cenário político dos EUA de Trump.

Vejam a série e tirem suas conclusões. Em breve começarei a leitura quase obrigatória do livro – e claro, contarei para vocês o que achei. Assistam!
Ps. Destaque para o ep8, melhor cenografia e trilha sonora + direção que vi em muito tempo!

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Crítica: Orange is the new Black, 5a temporada

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É difícil começar a assistir uma série como Orange is the new black e não viciar. As duas primeiras temporadas tiveram um fôlego incrível, e confesso que ao assistir o season finale da 2a, dei tantas demonstrações de empolgação que minha mãe perguntou o que estava acontecendo quando entrou na sala. Por empolgação também comprei o livro que deu origem a série – mas confesso que nunca o li.
E aí veio uma terceira temporada MUITO sem graça e chata; arrastada, sem muitas reviravoltas e com um final digno de encerramento de série. Então quando a 4a temporada foi lançada, não me interessei, tinha decidido que iria abandonar a história.
Um ano se passou e vi, sem querer, ao preview do que seria já a 5a temporada, prestes a ser lançada. Minha curiosidade foi atiçada novamente e assisti ambas – 4a e 5a – quase que continuamente. E fiquei muito satisfeita com o resultado!
Com uma nítida mudança na configuração, a trama passou a focar em outras personagens do núcleo principal, não apenas em Piper, e com isso a história ganhou fôlego e uma gama enorme de assuntos a serem tratados, além de colocar em evidência o vasto e talentoso elenco que possui.
Os produtores abriram mão de plots que não funcionavam mais e repetiram os que deram certo (Uzo Aduba é sempre um acerto!). Acertaram também em ambos os seasons finale, onde o final é aberto, com o episódio terminando no ápice da tensão da trama (destaque para os minutos finais da 5a temporada, com uma reviravolta digna de Game of Thrones). É claro que algumas arestas ainda precisam ser aparadas, como a presença insignificante e irritante das personagens “viciadas” Leane e Angie. Já Laverne Cox teve muito menos destaque do que merecia, o que foi uma pena.
Com certeza o ponto alto foi a atuação de Danielle Brooks como Taystee – digna de premiação.
OITNB termina sua 5a temporada com saldo positivo, e deixa um bom gas para a sexta (e possível) última temporada! À aguardar!

Resenha do Livro: Matéria Escura, Blake Crouch

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Comecei a ler ” Matéria Escura” (Blake Crouch, Ed. Intrínseca) extremamente empolgada; havia ficado sabendo do livro através da Carla Paredes do Blog Futilidades e fiquei muito curiosa.
Ao longo dos primeiros capítulos a trama me deixou intrigada e toda a parte didática envolvendo física quântica, os mundos sobrepostos, e a teoria do Gato de Schrodinger despertaram minha atenção a ponto de me fazer pesquisar mais sobre o assunto – que de fato é interessantíssimo!
Inicialmente, o protagonista Jason Dessen também cativa; seu sentimento inicial de insatisfação com a própria vida seguido por seu desespero para retoma-la causa empatia no leitor. Como já dizia o pensador “cuidado com o que você deseja pois pode se tornar realidade”- e no caso de Dessen, vemos que esta realidade não é tão gratificante assim, levando o personagem a reavaliar seus desejos e questionamentos, tornando-se grato pela vida que construiu ate então.
E ok, ia tudo muito bem, até a entrada de Jason e Amanda na caixa; a partir daí o livro vira uma enrolação sem fim e em determinado momento da leitura confesso que meu único pensamento era “não é possível que este ainda não é o mundo certo”. Acredito que três cenários seriam mais que suficientes para passar a ideia ao leitor sem que a história ficasse tediosa ou algo semelhante demais ao filme “Efeito Borboleta” (sucesso antigo estrelado por Ashton Kutcher).
Mas, apesar disso, o livro termina de forma concisa e poética, o que equilibra toda a “ciência” presente no enredo. Não posso dizer que entrou para a lista dos melhores livros que já li, mas considero a leitura válida, visto que tem como base um tema bastante interessante. 🎞Aproveitando, aqui vai uma curiosidade: os direitos do livro foram vendidos para a Sony antes mesmo do seu lançamento. O mesmo será adaptado para o cinema com direção de Roland Emmerich (Independence Day) e produção de Matt Tolmach (O Espetacular Homem-Aranha). 📽🎥À conferir!

Sobre a série: Big Little Lies, HBO

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Sei que estou atrasada, já havia recebido algumas msgs “vc não tá vendo Big Little Lies?”, mas o fato é que a Netflix me deixou mal acostumada e, com exceção de GOT, prefiro ver as séries quando todos os episódios estão disponíveis. Então assisti a temporada toda de uma vez só.
O livro de Liane Moriarty é muito bom, a história é muito bem amarrada e a personalidade das 3 personagens principais analisadas à fundo. Por isso fiquei temerosa quando soube da adaptação mas, gostei bastante da série.
Assim como a grande maioria das produções da HBO, a fotografia e o figurino são impecáveis; outro destaque é a trilha sonora, que em grande parte das cenas ficou a cargo de Chloe, uma estratégia diferente e bem interessante (aliás, tem playlist no Spotify). Quanto às atrizes, o trio funciona bem; Reese W. está impecável desde o início, e Nicole K. em uma atuação crescente, digna de indicação à prêmio. O único elo fraco foi a escalação de Shailene Woodley como Jane; a atriz não convence como mãe solteira de uma criança fruto de um estupro, atua ora com uma expressividade forçada, ora de forma inexpressiva e acaba apagada por suas colegas de cena. Quem leu o livro sabe do “psicológico complexo” de Jane, e a atuação da atriz não honrou as “nuances” da personagem. (Mas faço aqui um “mea culpa”: não gosto de Shailene como atriz). Um destaque foi a atuação de Laura Dern como Renata; mesmo não estando entre o trio principal, a atriz roubou a maioria das cenas em que esteve presente.
Algumas modificações na estrutura da história foram feitas e pessoalmente, não me agradaram. O plot do “affair” de Madeline é desnecessário para a história. A sequência final – e que amarra toda a trama – ficou confusa e não recebeu a devida importância. A exclusão do enredo dos abusos sofridos por Bonnie, minimizaram sua reação e o “acontecimento fatal”. Apesar dos altos e baixos o resultado final é positivo, mas se o número de episódios fosse maior, teria sido excelente.
Assistam, mas leiam o livro antes – que como quase sempre acontece, é bem melhor.
Ps1. Destaque para o elenco infantil, quero uma Chloe para mim!
Ps2. Aceito tb uma fantasia igual a da Madeline na Triva Night tb!