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Adaptação para os cinemas de “Para todos os garotos que já amei”

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PARA TUDO MINHA GENTE!

A Intrínseca confirmou ontem que a trilogia de livros “Para todos os garotos que já amei”, da escritora Jenny Han vai virar filme, com direito a elenco já escalado!

A atriz @lanacondor interpretará Lara Jean, enquanto @janelparrish (Mona maravilhosa musa master de PLL) será Margot e @theannacathcart , Kitty. Já @ncentineo (que substituiu Jake T Austin no papel de Jesus em The Fosters) dará vida ao muso Peter K!

O filme ainda não tem data de estreia confirmada, mas as filmagens já começaram no Canada!

Vamos aguardar e comemorar!

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Indicados ao Emmy 2017

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Semana passada foram divulgados os indicados ao Emmy deste ano, que vai acontecer dia 17 de setembro, em Los Angeles – Califórnia (aqui no Brasil o evento provavelmente será transmitido pelo canal de tv a cabo Sony, mas é possível acompanhar pelo YouTube do evento).

Dentre os indicados estão várias séries que assisto e já falei sobre para vocês (e se não citei alguma deveria ter feito) como: Stranger Things, This is Us, Modern Family, Big Little Lies, Feud (que ainda não assisti mas está na lista), The Night Of, Orange is the new black, The Crown (mtas indicações!) e meu mais novo xodó The Handmaids Tale (destaque para Alexis Bledel / Rory como atriz coadjuvante!). Quais são suas apostas?!

Para ver a lista completa de categoria e indicados acesse: www.omelete.uol.com.br
Em tempo: Game of Thrones não está concorrendo este ano, devido ao grande intervalo entre temporadas, pois já concorreu com a 6a temporada ao Emmy de 2016.

Estreia de Game of Thrones

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Ontem foi ao ar depois de uma loooonga espera, o primeiro episódio da sétima temporada de Game Of Thrones. Fazendo um review bem por alto para não dar spoilers, vimos no previously um recap dos acontecimentos (bem antigos até) ocorridos com a família Stark, e tivemos uma cena pré crédito pra lá de maravilhosa e empolgante. Ficou a sensação de que ao longo desta temporada veremos uma “redenção” dos Starks, algo muito aguardado pelos fãs da série.
No geral o episódio foi bastante introdutório, abordando e situando praticamente todos os núcleos e seus passos seguintes, e apesar de uma certa enrolação com Sam em Citadela, foi bem dinâmico.
Alguns pontos merecem ser destacados: os períodos que Sansa passou ao lado de Jeoffrey e Ramsay podem ter afetado mais a personagem do que esperado (teremos uma nova Cersei?); tivemos uma ideia do que Jon Snow irá enfrentar em sua batalha com o Rei da Noite e foi difícil não se arrepiar com Daenerys na cena final.
Sem dúvidas, esta temporada promete.

Novidades sobre o segundo filme da franquia “Animais fantásticos e onde habitam”

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Recentemente o portal Buzzfeed publicou um post com algumas curiosidades à respeito da franquia Animais Fantásticos e Onde Habitam, também escrita por J. K. Rowling.
Ao todo serão 5 filmes e as filmagens do 2o volume já começaram; fato comemorado pelo site Pottermore, que divulgou novas informações sobre a franquia. Então o Buzzfeed teve a grande sacada de resumir e reunir tudo em tópicos no post já citado, para a felicidade de fãs, como eu! E aqui estão eles:
. A história vai acontecer no período entre os anos 1926-1945, ou seja, 19 anos irão se passar entre o primeiro e o último filmes.

. Essa eu já tinha contado para vocês: Jude Law já está escalado para viver o jovem Dumbledore.

. No próximo filme, veremos uma aliança entre Dumbledore e Newt Scamander, com o objetivo de derrotar Grindelwald e seus aliados.
. O retorno de alguns personagens do primeiro filme – como Tinha, por ex – ocorrerá.
. Uma participação do ator Erza Miller no segundo filme também está confirmada.
. A personagem de Zoe Kravitz, Leta Lestrange, terá um papel maior na história.
. O segundo filme terá como cenário as cidades de Nova York, Londres e Paris.
. E como não poderia deixar de ser, serão várias as relações com a saga Harry Potter.
O segundo filme já tem data de estreia prevista: 16 de novembro de 2018. Ainda falta bastante tempo e espero que até lá, saiam novos livros também! Vamos aguardar! 🤓⚡️
Fontes: Buzzfeed e Pottermore

 

Deathnote: nova produção da Netflix.

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Vocês já devem ter visto circulando o trailer de Death Note, o novo longa produzido pela Netflix.

Dirigido por Adam Wingard e estrelado por Nat Wolff (Cidades de Papel), o filme é uma adaptação do mangá de Takeshi Obata, cujo enredo tem como personagem principal o jovem Light Turner. Light tem uma vida bastante ordinária até o dia em que encontra o caderno sobrenatural – Death Note – que permite matar qualquer pessoa ao escrever seu nome em suas páginas.

Turner decide usar o poder do caderno para o “bem”, matando criminosos. Suas “interferências” chamam atenção e ele começa a ser perseguido por um enigmático detetive policial.
O filme – cujo orçamento chegou próximo aos 50 milhões de dólares – tem data de estreia confirmada na Netflix: 25 de agosto de 2017. Vamos conferir!

 

 

Tudo e todas as coisas, de Nicola Yoon

 

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Tudo e todas as coisas, livro escrito pela jamaicana Nicola Yoon, em um primeiro momento parece mais uma história clichê feita para arrancar lágrimas; mas está muito longe disto. Confesso que só soube do livro quando vi os anúncios do filme e de maneira despretensiosa, comprei o ebook. Até que um belo dia resolvi abrir o link para ler as primeiras páginas e não parei mais, engoli o livro!
Ao mesmo tempo que é lindo ver o crescimento e amadurecimento da personagem Mad e a perda da sua inocência, é desesperador ser telespectador da relação doente e simbiótica entre ela e a mãe, que a manipula em diferentes níveis de chantagens mascarados com amor. Em determinado ponto do livro as atitudes da mãe de Madeline ficam tão absurdas, que entregam o “plot twist” do livro.
Olly acaba sendo para o leitor mais carismático que a própria Mad, o que se deve ao fato de o conhecermos através do olhar dela, que está apaixonada por ele. Então natural que o personagem seja mais romantizado.
Se tenho alguma crítica à fazer, é ao final. Ficou corrido, faltaram informações intermediárias e elaboração nos fatos finais. Não sei se é a intenção da escritora fazer um outro volume, mas pessoalmente achei que algumas pontas ficaram soltas e algumas questões em aberto que me incomodaram. Mas no todo fiquei muito satisfeita com a leitura.
Com relação ao filme eu não assisti; ele estreou dia 15/06 e quando procurei um cinema para assistir no dia 29 ele já havia saído de cartaz, o que foi uma pena, pois estou bastante curiosa. O jeito é aguardar entrar no Now, Netflix ou em outra plataforma que eu possa assistir e fazer a comparação. Sigo aguardando! Recomendo!

 

The Handmaid’s Tale, nova série do Hulu

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Precisamos falar sobre The Handmaid’s Tale, a nova série do Hulu, plataforma similar ao Netflix. Baseada no livro “O Conto da Aia”, lançado em 1985 por Margareth Atwood, a série encerrou recentemente, sua 1ª temporada de 10 episódios com louvor. A história –uma distopia – acontece nos EUA, em um mundo pós-terrorismo onde mulheres encontram inúmeras dificuldades para gerar filhos.

Após um atentado terrorista assassinar o Presidente e outros importantes políticos, uma facção católica extremista toma o poder, transformando o país na República de Gilead. Um regime totalitário e patriarcal baseado nas leis do antigo testamento é implementado, extinguindo os direitos das minorias e mulheres. Neste contexto e com base nas passagens bíblicas, é criada a categoria de “aias”, mulheres férteis cuja única função é procriar.

A personagem principal da série é Offred/June, interpretada maravilhosamente por Elisabeth Moss (merecedora do Emmy, sem dúvida alguma!). Capturada enquanto tentava fugir para o Canadá com seu marido e filha, June torna-se uma Aia, após um rigoroso treinamento envolvendo torturas físicas e psicológicas. Designada para um comandante do alto escalão, passa a se chamar Offred, e é daí que a história se desenrola.

O elenco que conta com nomes como Alexis Bledel (Rory Gilmore), Joseph Fiennes, Samira Wiley (a saudosa Pussey de OITNB), e Ann Dowd dentre outros, é excelente em sua totalidade, com todas as atuações dignas de destaque. Bem escrito, bem dirigido e com uma fotografia impecável, The Handmaid’s Tale vem ganhando grande destaque não apenas pelos motivos já citados, mas também pelas questões feministas e sociais abordadas, principalmente com o conturbado cenário político dos EUA de Trump.

Vejam a série e tirem suas conclusões. Em breve começarei a leitura quase obrigatória do livro – e claro, contarei para vocês o que achei. Assistam!
Ps. Destaque para o ep8, melhor cenografia e trilha sonora + direção que vi em muito tempo!

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Crítica: Orange is the new Black, 5a temporada

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É difícil começar a assistir uma série como Orange is the new black e não viciar. As duas primeiras temporadas tiveram um fôlego incrível, e confesso que ao assistir o season finale da 2a, dei tantas demonstrações de empolgação que minha mãe perguntou o que estava acontecendo quando entrou na sala. Por empolgação também comprei o livro que deu origem a série – mas confesso que nunca o li.
E aí veio uma terceira temporada MUITO sem graça e chata; arrastada, sem muitas reviravoltas e com um final digno de encerramento de série. Então quando a 4a temporada foi lançada, não me interessei, tinha decidido que iria abandonar a história.
Um ano se passou e vi, sem querer, ao preview do que seria já a 5a temporada, prestes a ser lançada. Minha curiosidade foi atiçada novamente e assisti ambas – 4a e 5a – quase que continuamente. E fiquei muito satisfeita com o resultado!
Com uma nítida mudança na configuração, a trama passou a focar em outras personagens do núcleo principal, não apenas em Piper, e com isso a história ganhou fôlego e uma gama enorme de assuntos a serem tratados, além de colocar em evidência o vasto e talentoso elenco que possui.
Os produtores abriram mão de plots que não funcionavam mais e repetiram os que deram certo (Uzo Aduba é sempre um acerto!). Acertaram também em ambos os seasons finale, onde o final é aberto, com o episódio terminando no ápice da tensão da trama (destaque para os minutos finais da 5a temporada, com uma reviravolta digna de Game of Thrones). É claro que algumas arestas ainda precisam ser aparadas, como a presença insignificante e irritante das personagens “viciadas” Leane e Angie. Já Laverne Cox teve muito menos destaque do que merecia, o que foi uma pena.
Com certeza o ponto alto foi a atuação de Danielle Brooks como Taystee – digna de premiação.
OITNB termina sua 5a temporada com saldo positivo, e deixa um bom gas para a sexta (e possível) última temporada! À aguardar!