Arquivo | outubro 2018

Review: American Horror Story – Apocalypse – EP05: “Boy Wonder”

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O episódio 5 veio para atar algumas pontas soltas e nos explicar um pouco mais sobre como Michael conseguiu atingir seus objetivos.  Esse episódio já foi muito falado e especulado nas mídias especializadas, então vou levantar alguns tópicos que julgo principais, mas prefiro esperar o episódio desta semana para conseguir comentar de uma forma mais coerente, ok?!

– ALERTA SPOILERS –

. Flashback: o episódio todo se passa “3 anos antes da bomba”, ou seja, no passado antes do apocalipse, e seu início é praticamente emendado com o fim do episódio 4.

. Visão de Cordelia: Durante seu desmaio, Cordelia tem uma visão do Apocalipse e enxerga um homem com rosto branco – Michael em sua “real face”- comandando tudo. Li algumas teorias do “porque” de os poderes da bruxa não funcionarem contra os zumbis em sua visão, mas meu entendimento foi diferente, com base em algo que foi dito no episódio 4: durante a reunião entre bruxas e feiticeiros, Cordelia alega que não conseguiu resgatar Queenie do Hotel Cortez pois ali era uma espécie de “Boca do Inferno”, onde o próprio Sata havia tirado a luz que dava poderes à eles; então no Apocalipse, um cenário onde o mundo está tomado pela maldade de Michael e seu pai, os poderes das bruxas também não tem força – o que explica o frequente mal-estar que Cordelia sente na presença do Anticristo. Nos “dias atuais” após o Apocalipse, vemos que algo diferente aconteceu porque as bruxas ainda possuem seus poderes – Cordelia traz Coco, Mallory e Beverly de volta à vida, mesmo com Michael dentro do Posto. Ainda bem, senão seria um pouco difícil combater Michael sem poderes, rs!

. Michael x teste das Sete Maravilhas: Mesmo com o “plus” na tarefa final solicitada por Cordelia – resgatar Misty Day do Inferno – Michael, como todos sabíamos que iria acontecer, é aprovado no teste – afinal ele é o Anticristo. Depois de passar o episódio inteiro despertando minha ira, Cordelia confessa à Misty que aplicou o teste em Michael somente para ter conhecimento da dimensão de seus poderes, e que nunca foi sua intenção fazer dele um Supremo/Alfa. Na minha opinião a estrategia de Cordelia não é nada boa, mas vamos aguardar, lembrando que como ela envia Madison para Murder House com o intuito de investigar o passado de Michael, é provável que ela tenha mais informações/dúvidas sobre ele do que deixou transparecer.

. Retorno de Michael e Misty: Vimos que para Michael trazer Misty do inferno, uma espécie de negociação foi feita entre ele e provavelmente – seu pai. Michael voltou completamente abalado e enfraquecido desta ida ao Inferno, o que mostra que até ele tem suas vulnerabilidades – o que até agora ainda não tinha acontecido, com exceção da discussão dele com Mallory.

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. Mallory x Cordelia: Vimos que Cordelia está perdendo sua vitalidade e poderes, o que indica que uma nova Suprema está surgindo. Tudo leva a crer que seja Mallory esta nova “força” – principalmente com a cena dela ressuscitando o cervo e os comentários de Myrtle. Aliás a origem de Mallory foi um dos assuntos mais especulados desta semana, e eu já li de tudo – desde ela ser um anjo, descendente de Deus e até mesmo a reencarnação de Jesus…. prefiro aguardar um pouco mais para especular, rs! Mas acharia genial do Ryan Murphy uma figura divina feminina para combater o Mal, confesso.

Episódio sem muiiiiitos avanços na trama, por enquanto vamos aguardar o próximo. Vejam o teaser abaixo e até lá!

Fonte: American Horror Story Brasil https://www.youtube.com/channel/UC3csl_yNKV–YULIQOL13rA

 

Livro x Filme: Um Pequeno Favor – Darcey Bell

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Normalmente, tenho receio de adaptações literárias – por mais “na moda” que elas estejam. Na maioria, os resultados não são equivalentes e ou o filme, ou o livro, acaba deixando a desejar. Caso ocorram mudanças de enredo e final, considero maior o risco, e isto é exatamente o que acontece com Um Pequeno Favor, filme dirigido por Paul Feig, adaptado da obra da escritora americana Darcey Bell.

O filme não possui um elenco extenso, entretanto conhecido com Anna Kendrick, Blake Lively, Henry Golding e Rupert Friend nos papéis principais. A divulgação da produção chegou a ser maçante, com teasers divulgados diariamente nas redes sociais das atrizes durante as semanas que antecederam a estreia; Lively chegou inclusive a deletar todas as fotos de seu Instagram para promover o filme. Leiam abaixo a sinopse:

“Quando Emily pede a Stephanie que busque seu filho, Nicky, na escola, ela alegremente concorda; afinal, são melhores amigas. Emily, no entanto, desaparece sem deixar rastros, e Stephanie logo percebe que algo está terrivelmente errado. Aterrorizada, ela recorre aos leitores do seu blog e oferece apoio emocional ao marido de Emily. No entanto, ela não consegue ignorar a estranha sensação de que ele não está sendo honesto sobre o desaparecimento. Neste thriller repleto de traições e reviravoltas, segredos e revelações, amor e lealdade, a grande questão é: quem está enganando quem?”. Fonte: Google Books

_ALERTA SPOILERS_

Bom, a premissa se mantem a mesma em ambos os casos: livro e filme. Eu fiz o caminho tradicional, livro depois cinema. Finalizei a leitura exatamente no mesmo dia em que fui assistir ao filme, o que foi muito positivo para que pudesse analisar as diferenças e… não gostar tanto do livro e menos ainda do filme.

Primeiramente vamos ao livro: a dinâmica é boa, porém algumas coisas me irritaram bastante ao longo da leitura. Houve um excesso de “posts do Blog da Stephanie”, que quase sempre nada tinham a acrescentar à trama e me vi pulando-os. Algo que enfraqueceu muito o enredo foi o uso – do já batido – artifício da “gêmea oculta”; desde o momento em que o corpo de Emily é achado eu imaginei mil soluções para o quebra-cabeças formado por Bell e, quando a solução veio a tona, confesso que me decepcionei terrivelmente. Para dificultar ainda mais minha empatia, achei a personagem Stephanie insuportável, sonsa e burra… Ao final da leitura eu já estava dando razão à Emily por querer sacanear a “amiga” – mesmo que o final do livro com Emily saindo vitoriosa não tenha me agradado nem um pouco.

Perceberam que eu disse do livro, certo? Exatamente, mudaram o final da história no filme e não posso dizer que o resultado foi mais satisfatório e muito menos que foi a única alteração feita na trama.

No filme Anna Kendrick interpretou Stephanie de uma maneira mais inocente do que sonsa. E o tom do filme foi muito mais “irônico”, com pitadas de humor, do que um suspense propriamente dito. E sim, como eu disse, houveram mudanças substanciais com relação ao enredo: a tragédia envolvendo as gêmeas no passado, a tatuagem das duas e real motivo delas, a existência de uma terceira gêmea que foi engolida dentro do ventre da mãe (a inserção mais desnecessária de todas!), o quadro na casa de Emily (cuja imagem fazia muito mais sentido no livro do que no filme), o nome e profissão das protagonistas, o local de “segurança” das gêmeas e dependendo da sua interpretação – até mesmo a morte de uma delas, a inserção de personagens novos na trama (a artista de Nova York e a suposta amante de Sean) e o mais importante – o final.

No filme Emily se dá bem mal no final (na cena mais tragicômica do filme) e Stephanie tem atitudes finamente inteligentes. Acredito que não ia ficar bem para a produção entregar um final onde alguém que dá um golpe milionário em um seguro de vida se safa, mas sinceramente, nenhuma das duas opções me agradou. O ÚNICO ponto positivo foi a transmissão ao vivo para o Vlog de Stephanie na sequencia de confronto final, no também único momento em que ela foi mais esperta que a vilã.

Enfim, se eu pudesse classificar diria que o filme foi “inspirado” no livro, e não uma adaptação. E sendo honesta: nenhuma das duas opções e agradou – nem mesmo as interpretações de Blake Lively e Anna Kendrick – por mais que eu seja fã do trabalho das duas atrizes. Uma pena, mais um caso de muita divulgação e pouco conteúdo.

 

 

 

 

 

 

 

 

Link para compra do livro:

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Lançamentos Netflix: “You”

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Foi divulgado que a netflix adquiriu os direitos do thriller psicológico “You”, ou em português “Você”. A série de cinco episódios é originalmente produzida pelo canal americano Lifetime, que já se antecipou e a renovou para uma 2a temporada antes mesmo da sua estréia.

A história – uma adaptação da obra literária de mesmo nome escrita por Caroline Kepnes, e traduzida para o português – fala sobre amor e obsessão nos dias atuais, com o crescimento das redes sociais e tudo que isto fomenta.

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Leiam a Sinopse:

“Bestseller do The New York Times. Hipnótico, assustador, brilhante são alguns dos adjetivos usados para descrever este thriller sobre um amor obsessivo e suas perigosas consequências. A trama tem início quando Guinevere Beck, que deseja ser escritora, entra na livraria do East Village onde Joe Goldberg trabalha. Bonita, inteligente e sexy, Beck ainda não sabe, mas é a mulher perfeita para Joe, que, a partir do nome impresso no cartão de crédito de sua cliente, passa a vasculhar sua vida na internet e a orquestrar uma série de eventos para garantir que ela caia em seus braços, fazendo com que tudo pareça obra do acaso. À medida que o romance entre os dois engrena, porém, o leitor descobre que Beck também guarda certos segredos e os desdobramentos desse relacionamento mutuamente obsessivo podem ser mortais.”   Fonte: Saraiva

O elenco da adaptação televisiva está recheado de nomes bastante conhecidos pelos amantes de séries, como Penn Badgley de Gossip Girl, Elizabeth Lail de Once Upon a Time e Shay Mitchell de Pretty Little Liars. A estreia no canal Lifetime foi dia 9 de setembro; já a Netflix ainda não confirmou uma data, mas ao que tudo indica a produção entrará ainda na programação de 2018. Vejam a seguir o trailer oficial:

Lançamento Netflix: The Haunting of Hill House

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Estréia hoje na Netflix a 1a temporada de The Haunting of Hill House ou, em português, A maldição de Hill House. A série de terror é baseada no livro homonimo de 1959, escrito pela já falecida autora americana Shirley Jackson – cujo nome em português é conhecido por A Assombração da Casa da Colina, e é considerada uma das maiores obras de terror de todos os tempos.

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Link para compra:

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A série, criada e dirigida por Mike Flanagan, terá 10 episódios e contará a história de irmãos que cresceram em Hill House, o lugar que tornaria-se o mais assombrado e temido dos EUA. Já adultos, eles precisam retornar à casa para resolver algumas pendências do passado. Já a triha sonora ficará a cargo dos The Newton brothers, responsáveis por sucessos como Vingadores e Jogo Perigoso, também da Netflix.

O livro já foi adaptado para as telas outras vezes, sendo a mais recente em 1999, com o título de A Casa Amaldiçoada, com Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones, Lily taylor e Owen Wilson no elenco.

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A adaptação da Netflix traz no elenco Michiel Huisman (Game of Thrones), Henry Thomas , Carla Gugino, e Elizabeth Reaser (The Good Wife).  Abaixo o trailer oficial, e vou assistir e depois conto para vocês o que achei! Bom feriado!

Review: Elite – 1a temporada, Netflix

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Eu já havia falado no Instagram da @leitoradinamica sobre a nova produção espanhola da Netflix: Elite. Vejam aqui o post: https://www.instagram.com/p/BohV0X1Bve-/

Elite é a segunda produção espanhola original da plataforma depois do sucesso de La Casa de Papel, e conta a história de Três jovens de origem humilde passam a frequentar a mais exclusiva instituição da Espanha, o Colégio Las Encinas.
Mas as diferenças sociais entre os dois mundos ficam evidentes, e os antigos alunos fazem o possível para tornar a vida dos novos estudantes mais difícil.
Então quando um assassinato acontece durante uma festa, e todos se tornam suspeitos, o clima de tensão se agrava e traz à tona o pior lado dos jovens.

Assisti aos 8 episódios da primeira temporada em pouquíssimos dias, e me espantou logo de cara o fato da classificação etária ser 18 anos. Porém logo que começou o primeiro episódio, e as cenas para lá de “calientes” eu entendi o motivo. Elite é algo entre Gossip Girl (Lucrecia é quase uma réplica de Blair Waldorf), Riverdale e Pretty Little Liars, só que mais picante e com uma super camada de crítica social – envolvendo inclusive questões de adaptação de uma família muçulmana aos costumes ocidentais e dificuldades dos jovens com as suas sexualidades.

Pelo que li de algumas críticas as opiniões estão dividas; eu sinceramente gostei bastante da produção, das atuações e do enredo – principalmente seu final super inesperado – e espero que seja renovado para uma 2a temporada, até porque existem plots a serem explorados. Pode parecer uma série “bobinha e teen”, mas de juvenil, só o ambiente mesmo.

Ps. O sucesso da série lá fora foi tanto que a marca de vestuário Pull&Bear lançou alguns itens inspirados na temática da série.

Se você ainda não tem uma opção nova para maratonar, eu indico! Vejam o trailer abaixo:

 

Review: American Horror Story – Apocalypse – EP04: “Could It be… Satan?”

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Vou ser bem sincera com vocês; não to gostando do rumo que as coisas estão tomando em AHS. Não fiquei muito feliz com o episódio 4, mas concordo que ele foi necessário para entendermos a história de alguns personagens. Preciso destacar como super ponto positivo um “crossover” bonus que ganhamos e o flashback de 3 anos antes da bomba! Vamos aos tópicos e aquele – ALERTA SPOILERS – de sempre:

  • Feitiço de esquecimento: Logo no início do episódio, o telespectador é informado que as bruxas – Coco e Mallory –  estavam sobre um “feitiço de esquecimento” durante o apocalipse para sua segurança – logo, elas não tinham consciência que eram bruxas. Já Dinah sempre soube que era bruxa, mas ela não faz parte do coven, descende das bruxas “vudu” e já deixou claro que não fará nada para ajudar Cordelia, quer simplesmente se salvar.  Após a cena inicial que termina com Michael confrontando verbalmente as bruxas dentro do Posto, voltamos no tempo para 3 anos antes da bomba/fim do mundo. Ps: Preciso dizer que amei à referência à Game of Thrones na fala de Myrtle!!!
  • Mead x Michael: Vimos o início e o desenvolvimento da relação entre a Mead (humana) e Michael, o que aliás colocou por terra as teorias de que seria Constance a pessoa usada como inspiração na programação da Mead (robô). Tivemos um relance do que foi a infância e adolescência de Michael, indo de um lar adotivo a outro (vai aí uma suposição minha: acredito que Constance tenha sido presa ao final de Murder House e o menino entregue ao sistema, mas isso provavelmente será explicado no ep6), até que finalmente Mead – uma adoradora do Sata – o encontra, e lhe oferece “um verdadeiro lar”, tornando-se sua mãe adotiva até à ida de Michael para a escola Hawthorne.
  • Michael Langdom x Voldemort: Se você é fã de Harry Potter vai entender o que eu estou falando; salvem as diferenças óbvias, me incomodou muito que a trajetória de Michael até o colégio para feiticeiros – Hawthorne – e que a forma como ele se desenvolveu lá dentro tivessem tantas semelhanças com a história de Tom Riddle, contada por J. K. Rowling. Achei muito clichê esse argumento de “bruxo do mal extremamente habilidoso é descoberto e convocado por professores da escola de magia, os impressiona, e depois acaba matando todo mundo com argumentos completamente insanos e sede por poder”, e está aí o motivo pelo qual não gostei do episódio. Porém sempre dou votos de confiança para Ryan Murphy, então aguardemos.
  • Mallory: quase simultaneamente ao momento em que Michael ingressa na Escola Hawthorne, assistimos e evolução dos poderes de Mallory durante suas aulas com Violet no coven feminino, e como a mesma se destaca, impressionando até mesmo Cordelia. Algumas teorias já circularam na internet, supondo até que ela seria descendente de Jesus e “a opção” mais certa para enfrentar Michael, ou até mesmo de que ela poderia se tornar uma Suprema mais poderosa que Cordélia. Eu prefiro esperar para especular, acho que ainda sabemos pouco da personagem, mas já foi dito que a linhagem dela vem desde Salem, ou seja, sua família é bem antiga no mundo bruxo.
  • Os poderes de Michael x futuro Alfa: durante o episódio foi explicado que os homens estão abaixo das mulheres na hierarquia do Coven, porque possuem menos poderes e capacidade de desenvolve-los que elas. Como Michael possui mais habilidades que qualquer outro no grupo do coven masculino, o conselho feminino é convocado para lhe aplicar o teste das Sete Maravilhas, de forma que possa se provar que ele é o futuro Alfa – alguém com poderes e capacidades iguais à Suprema, e que supostamente estaria acima dela na hierarquia geral de Coven. É importante frisar que fica claro – diferente do que pensam a maioria dos professores – que Michael tem sim controle dos poderes dele, e sabe exatamente quando e como usa-los para fazer o mal; isto ficou bem nítido na minha opinião, mas vocês sabem, nesta temporada está difícil ter certeza de algo em AHS.
  • Discordâncias entre covens masculino x feminino: Vimos que a exposição de Cordelia ao mundo no final da temporada de Coven trouxe grandes problemas para os homens, que foram perseguidos e precisaram se mudar para o subterrâneo, para o local que conhecíamos antes como sendo atualmente, o Posto. Durante a reunião, Cordelia não aceita aplicar o teste das Sete Maravilhas em Michael, primeiro porque duvida que um homem possa ter poderes para sobrevier aos testes, e segundo porque carrega a culpa da morte de Misty Day. É perceptível que há um desprezo enorme das bruxas para com os feiticeiros, quase como se elas os considerassem seres inferiores. Uma bela sacada para a “crítica”  sempre feita por Ryan Murphy.
  • Hotel: Durante a reunião, Cordelia é acusada de ter abandonado Queenie, e começa mais um “crossover”, onde vemos Cordelia indo até o Hotel e fazendo de tudo para livrar Queenie do local mas, falhando. Para quem não lembra, durante a temporada de Hotel, Queenie é morta pelo espírito de Patrick March, personagem de Evan Peters, e sua alma fica presa no local. Foi uma surpresa positiva assistirmos à Hotel novamente, e também revermos Peters como March.
  • A ousadia de Michael: Diante da recusa de Cordelia em aplicar-lhe o teste, Michael usa seus poderes e em questão de minutos tira Queenie do Hotel e Madison de seu inferno particular (aliás vimos cenas “maravilhosas”em toda a sequencia do inferno de Madison!). Sinceramente, não entendi porque ele também não buscou a Misty, mas ainda tem muito para acontecer e ser explicado até o fim da temporada. Terminamos o episódio com as bruxas indo embora do colégio após a reunião – Cordelia já sentindo-se um pouco mal sem saber o motivo – e dando de cara com Michael, Queenie e Madison do lado externo da escola. Cordelia desmaia e Michael da uma “pequena” e ofensiva amostra dos seus poderes, no melhor estilo “fiz em minutos o que você fracassou em fazer” durante tempos.

Bom vamos aguardar e ver o que o episódio de amanhã nos reserva, mas está se desenhando o que todo mundo esperava: um guerra entre “bem e o mal”, entre “ceu e inferno”, e o meu palpite mais forte desse review de hoje é que Mallory terá um papel muito importante na tentativa de derrotar Michael. Vamos conferir e como sempre comentem suas impressões e teorias!!! Adoro ler!!!! Até mais queridos!!!!

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Netflix e os seus acertos nas novas produções “teen”:

As formulas dos filmes voltados para o público “jovem” já estavam mais que batidas e isso não é novidade para ninguém. Percebendo a falha neste nicho, a Netflix sabiamente lançou recentemente algumas produções excelentes, que merecem ser citadas por suas diferenças com a clássica historinha da cheerleader loirinha se apaixona pelo jogador famoso do time e depois de lutarem contra alguma ex namorada vilã, têm sua tão esperada 1a “noite de amor”.

Neste post vou falar de três delas que eu gostei bastante pelos roteiros com pontos principais nada óbvios:

  • Doce Argumento:

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Sinopse: Dois alunos participam do clube de debate. Eles são rivais e sabem muito bem discordar um do outro. O futuro dos estudantes está em jogo por causa de um campeonato e os dois resolvem deixar as diferenças de lado, despertando sentimentos.

Como sempre as sinopses da Netflix não ajudam muito, mas o filme me interessou primeiro porque aborda uma temática que não temos habitualmente no Brasil: os campeonatos de debates. Segundo porque traz duas atrizes que eu particularmente gosto bastante – Christina Hendricks e Uzo Aduba – no papel das mães dos protagonistas. Aliás não posso deixar de comentar a minha alegria em assistir Aduba em um papel diferente da “Crazy Eyes” de “The Orange is the new Black”, atuando como uma mulher inteligente e empoderada; nunca duvidei do talento da atriz mas é sempre bom ver a versatilidade dos profissionais.

O jovem casal protagonista – Sami Gayle e Jacob Latimore – também me agradou. Ambos são talentosos e em tempos de campanhas mais que justas a favor da representatividade em Hollywood, é extremamente positivo assistir a um protagonista/núcleo de etnia negra no centro da trama. A Netflix tem batalhado bastante pela inclusão em seus elencos e produções, e lançou inclusive um vídeo sobre isto:

Somados a estes pontos o roteiro do filme é bem feito e nada óbvio. O casal central não é popular, ambos possuem suas famílias chefiadas pelas mães e figuras paternas ausentes (o que é uma realidade para inúmeros jovens em todo o mundo) – seja por um pai que sumiu ou pela escolha da mãe por uma “produção-independente”; num determinado momento temos uma reviravolta completamente inesperada na história e, em tempos de exacerbação da meritocracia, a mensagem final entregue ao telespectador não poderia ser melhor.

  • Barraca do Beijo:

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Comparado ao anterior, este filme possui um roteiro mais “bobinho”, mas com um aspecto que julguei interessante. Adaptado do livro de Beth Reekles, o enredo conta a história de Elle (Joey King) e Lee (Joel Courtney), melhores amigos desde o nascimento que criam regras para sua amizade – que não podem ser quebradas. Para arrecadar fundos em um evento de escola, os dois criam uma “Barraca do Beijo”, e usam como atrativo a participação do irmão – galã- mais velho de Lee, Noah (Jacob Elordi) – por quem Elle é apaixonada há muito tempo, mas nunca demonstrou já que é algo contra as regras de Lee. Porém, durante o evento, Noah e Elle se aproximam, estremecendo muito a amizade dos dois.

O filme tem alguns aspectos já batidos mas me agradaram dois pontos principais: a amizade entre os protagonistas – homem e mulher – era o conflito principal e em nenhum momento Lee esteve apaixonado por Elle – o que seria muito clichê; o outro ponto é a vida sexual de Elle não ser romantizada, o que é extremamente importante para a mensagem passada para o público alvo da produção. Elle é uma adolescente que tem desejos, sente atração e é desejada, ela não é uma menina indefesa que entrega sua virgindade como prêmio. Isto me deixou bastante satisfeita.

E de bônus nos aspectos positivos, temos Molly Ringwald – eterna garota de Rosa Chocking – no papel de mãe dos meninos.

  • Sierra Burgess é uma loser:

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Agora vamos falar do meu favorito master: Sierra Burgess! Para começar a protagonista é ninguém menos que Shannon Purser – a injustiçada Barb de Stranger Things. A atriz dá vida à Sierra, uma menina fora dos padrões que não se encaixa no colégio que estuda, é filha de um pai escritor-celebridade e uma mãe linda e popular. E apesar de lidar com todas as frustrações que a cercam, Sierra é uma menina feliz, inteligente, auto confiante, e que não se abala pelo bullying que sofre dos colegas.

Não quero falar muito porque vocês precisam assistir então vou citar alguns tópicos – mas poderia citar vários!:

. Noah Centineo no papel de Jamey

. A amizade entre Sierra e Verônica e a forma como em isto é mais importante do que o romance entre Sierra e Jamey.

. A desconstrução da imagem de “perfeição” de Verônica, e a maneira como as frustrações da mãe afeta a vida das filhas.

. O empoderamento feminino e o enaltecimento da auto-estima, presente em tantas passagens, e toda a mensagem positiva passada aos jovens telespectadores

. A cena em que Sierra expõe toda sua vulnerabilidade para o pai.

. As referências literárias ditas em inúmeras cenas.

. Eu já disse Noah Centineo?!

 

Assistam e me contem suas impressões!!! Existem também outras produções ótimas que falarei em posts futuros,  mas se pudesse dar um ponto de partida, seria com esses três filmes. Recomendo!

Fonte vídeos: https://www.youtube.com/user/NewOnNetflix

 

 

Resenha: Canção de Ninar, Leila Slimani – Tusquets Editores

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Um soco no estômago.

É impossível pensar em outra expressão para resumir a leitura de Canção de Ninar, da escritora franco-marroquina Leila Slimani. Meu primeiro contato com o livro foi assistindo à entrevista da escritora no programa Milênio da Globo News (aliás muito bem direcionada pela repórter Leila Sterenberg). Fiquei muito curiosa com a trama, com a crítica social proposta pela autora e pelos prêmios conquistados pelo livro, que o comprei no dia seguinte.

Desde as primeiras páginas, Slimani acaba com qualquer zona de conforto possível do leitor. A história se passa em Paris, mas poderia ter acontecido em qualquer outra cidade, com qualquer outra família.

O livro não é longo, mas é denso, difícil e incômodo, obrigando-nos a repensar certos hábitos que por ventura tenhamos, e na injustiça diante de uma hierarquia de trabalho. Expõe a facilidade com que personificamos as pessoas à nossa volta e esquecemos que, por trás de uma babá, empregada, entregador, atendente, advogada… existe um ser humano com história, anseios e questões.

O fato do livro não possuir um único narrador foi uma excelente estratégia, pois nos permite ver diferentes pontos de vista da situação que está se construindo, e nos solidarizarmos – ou não – com as personagens envolvidas na trama. Ouso dizer que o livro não defende um argumento unilateral, é possível concordar com ambos personagens em lados opostos de uma discussão, mas nos tira do lugar “comum” de não enxergamos as maneiras as quais trabalhadores e empregados são afetados, durante este conturbado relacionamento como, por exemplo, no caso de babá-pais.

Muitas passagens me remeteram ao filme “Que horas ela volta” , dirigido por Anna Muylaert e protagonizado por Regina Casé – se você não conhece, assista – e a crítica exaltada no filme. A diferença fica a cargo das protagonistas: enquanto a personagem de Regina Casé é uma otimista incurável, a Louise descrita por Slimani é um ser humano cujo juízo vai se modificando e fica marcado pelos duros acontecimentos  e abusos sofridos em sua vida.

Concluindo, Canção de Ninar não aborda apenas uma questão social, mas também como a solidão, a depressão e necessidade de pertencimento podem afetar diretamente o ser-humano e seus atos. Leiam.

Sinopse:

“Apesar da relutância do marido, Myriam, mãe de duas crianças pequenas, decide voltar a trabalhar em um escritório de advocacia. O casal inicia uma seleção rigorosa em busca da babá perfeita e fica encantado ao encontrar Louise: discreta, educada e dedicada, ela se dá bem com as crianças, mantém a casa sempre limpa e não reclama quando precisa ficar até tarde. Aos poucos, no entanto, a relação de dependência mútua entre a família e Louise dá origem a pequenas frustrações – até o dia em que ocorre uma tragédia. Com uma tensão crescente construída desde as primeiras linhas, Canção de ninar trata de questões que revelam a essência de nossos tempos, abordando as relações de poder, os preconceitos de classe e entre culturas, o papel da mulher na sociedade e as cobranças envolvendo a maternidade. Publicado em mais de 30 países e com mais de 600 mil exemplares vendidos na França, Canção de ninar fez de Leïla Slimani a primeira autora de origem marroquina a vencer o Goncourt, o mais prestigioso prêmio literário francês. “A tensão latente em cada página aquece aos poucos a análise da burguesia, até ser dinamitada por um impulso de violência instintiva.” Stéphanie Dupays e Eric Loret, Le Monde.”

Fonte: www.amazon.com.br

Link para compra:

https://www.amazon.com.br/Can%C3%A7%C3%A3o-Ninar-Leila-Slimani/dp/8542212037?tag=goog0ef-20&smid=A1ZZFT5FULY4LN&ascsubtag=go_726685122_49363357406_242624078159_pla-440252625090_c_

Resenha: A Carne dos Anjos, Siobhan Dowd – Ed. Agir

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O primeiro contato que tive com a escritora Siobhan Dowd, sem saber, foi ao ler “Sete minutos depois da meia noite”, do autor Patrick Ness. Fiquei tão comovida com um livro aparentemente tão pequeno – mas tão bem escrito – que procurei todas as suas informações possíveis. Descobri então que a premissa partiu originalmente de Siobhan Dowd; como a escritora encontrava-se em um estágio avançado de câncer, temeu não conseguir finalizar a história a tempo e pediu ao seu amigo, Patrick, que o fizesse.

Diante dessa “revelação” fiquei apaixonada pela escritora (como podemos mensurar a generosidade de um escritor para com seus leitores ao entregar uma história para que um colega a finalize?!), algo que cresceu exponencialmente ao ler sua biografia: filha de irlandeses e criada na Inglaterra, Dowd se envolveu em inúmeros movimentos à favor dos direitos humanos e da liberdade de expressão, criando  iniciativas de apoio à infância e adolescência em áreas humildes de diversas cidades. Infelizmente, os temores de Dowd com relação à sua doença se concretizaram, e ela veio à falecer em 2007, com apenas 47 anos de idade.

Procurei todas as publicações possíveis da escritora; e fico muito triste em dizer que a única traduzida para o português é “A Carne dos Anjos”,   obra que lhe rendeu premiações, excelentes críticas e uma indicação para o  Guardian Children’s Fiction Prize.

Comprei o livro e ele ficou um bom tempo parado na minha estante até que eu criasse coragem para lê-lo.  O enredo é baseado em uma história real, e conta a história de Shell, uma adolescente de apenas 15 anos mas que já passou pelas mais tristes e adversas situações em sua vida: a morte da mãe, o alcoolismo do pai, a responsabilidade pelos irmãos mais novos, o abuso de amigos e ainda irá se ver no meio de um escândalo envolvendo a Igreja em uma pequena cidade católica Irlandesa.

A história é muito, muito pesada, daquela de arrancar lágrimas e revolta a cada capítulo mas, Dowd a contou de forma tão honesta e até mesmo pura, que apesar de toda a tristeza presente naquelas páginas, conseguimos ter momentos de leveza e alegria durante a leitura. E isto me mostrou a genialidade da autora, que provoca no leitor os mesmos sentimentos os quais a protagonista enfrenta, ora inserindo-nos na história e ora nos deixando sedentos pela vontade de cuidar de Shell e livra-la de todos aqueles males.

Um livro triste com uma narrativa forte e difícil de digerir, mas excepcionalmente bem escrito, tornando seu processo de leitura algo emocionante e…enriquecedor. Indico muito, e imploro para que editoras brasileiras traduzam as outras obras da escritora. Siobhan Dowd merece – e muito – ser lida e apreciada por todos que tiverem a chance.

 

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“She had the characters, a premise, and a beginning. What she didn’t have, unfortunately, was time.”
—Patrick Ness, in the Author’s Note to A Monster Calls

“Ela tinha os personagens, a premissa e o início. O que ela não tinha, infelizmente, era tempo” (T.L.)

Review: American Horror Story – Apocalypse – EP03: “Forbidden Fruit”

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“Surprise, Bitch!”

Eu fiquei tão impactada pelo episódio da semana passada, que confesso que acabei procrastinando este Review, porque sinceramente: não sei nem por onde começar! Mas…finalmente AHS Chegou!!!!

Foram tantas informações e plots maravilhosos, que mesmo nas cenas pré abertura já ficamos chocados! E se você ainda não assistiu ao episódio, vai aqui aquele – ALERTA SPOILERS – de sempre.

E vamos aos tópicos!

. Mallory: Finalmente Billy Lourd mostrou um motivo para Mallory estar no enredo não é mesmo?! Logo na sequência inicial do episódio, assistimos à Michael fazendo novas entrevistas para o “Santuário”. E durante a entrevista da ajudante de Coco acontece um embate entre eles, onde o Anticristo finalmente mostra sua face e Mallory seus poderes, deixando no ar o fato de que “parece ter algo dentro dela sempre querendo sair”. Não sabemos ainda do que se trata, mas o fato é que o poder de Mallory assustou Michael – a ponto dele pedir ajuda à seu “pai”, Satã. (E tivemos uma excelente melhora na atuação de Billy Lourd, preciso comentar!)

. Dinah Stevens: Durante outra entrevista de Langdom, desta vez com a apresentadora Dinah, informações importantes nos são dadas e de forma tão simples que passam até um pouco despercebidas; primeiro fica claro que eles já se conhecem, e que os poderes de Dinah não são fortes o bastante para representar uma ameaça aos planos de Michael. E também vemos uma espécie de negociação entre os dois, o que diz bastante sobre o caráter da apresentadora. Também vemos a relação entre ela e Andre ser explicada: eles são mãe e filho.

. Mead: Através de flashbacks, conhecemos melhor sua história; ela é uma máquina criada para ser agente da Cooperativa, mas que teve um processo de envelhecimento similar ao humano. Projetada por Michael, ele colocou nela alguns traços da personalidade da “única mulher que o amou e entendeu”, subentendendo que ela foi moldada com características de Constance (Jessica Lange, 1a temporada, avó de Michael). Esta conexão entre eles é dita durante a entrevista dela, e terá grande importância mais à frente.

. O retorno de Brock: O marido de Coco, Brock, consegue invadir o Posto mesmo com todas as mazelas consequentes da radiação e assassinar Coco, na cena mais tragicômica da temporada. Mas pessoalmente, mais importante que o retorno, foi o fato de que seu plot permitiu ao telespectador entender como está funcionando a dinâmica no “mundo exterior” e como os ataques afetaram a saúde e a personalidade dos sobreviventes.

. O Plano de Veneable e Mead: Com a reprovação de Veneable no teste para ir ao Santuário, as duas bolam uma forma de irem juntas para o local prometido por Michael. Elas decidem fazer uma festa de Halloween, envenenando um lote de maçãs que chega misteriosamente ao Posto (daí o nome do episódio, o fruto proibido), oferecendo-o aos demais moradores durante a festa. Com exceção de Coco e Michael, todos os moradores morrem durante a comemoração, conforme o planejado.

. A traição de Mead: Como Michael não foi atingido pelo plano das maçãs envenenadas – e não, isso não é uma parábola infantil – Veneable e Mead vão até seus aposentos para executá-lo só que… o resultado não é exatamente o esperado. Como eu falei anteriormente, existe uma conexão entre Mead e Michael, uma lealdade que nem ela entende direito; na hora de executá-lo ela não consegue, e acaba executando Veneable, induzida por Michael. Aliás este é o momento onde Langdom deixa claro que ele era a “cabeça” por trás do plano das maçãs, já que prefere influenciar as pessoas à sujar as próprias mãos – algo que ele alega ter herdado do pai dele. Esta informação pode ser um pequeno “spoiler” para que futuramente nós possamos entender os motivos que levaram os humanos a causarem o Apocalipse.

E aí, todo mundo morto, caos instalado, o episódio com aquela cara de final quando de repente temos uma mudança na trilha sonora e finalmente vemos entrando nos arredores do Posto: Cordelia, Madison e Myrtle (mais vivas que nunca)! E sim, sou obrigada a fazer um “mea culpa”, minha teoria estava errada e não teremos uma mudança na linha temporal como eu havia suposto. Porém, o grande número de mortes do último episódio, mostrou o que pode ser uma estratégia de Ryan Murphy para resolver a questão de um grande número de personagens interpretados pelo mesmo ator/atriz – e caso se consolide será uma pena, via mais potencial em Veneable, por exemplo.

Ao entrar no Posto, as bruxas resgatam algumas mulheres mortas – Mallory, Dinah e Coco – e as ressuscitam, chamando-as de irmãs, o que nos leva a acreditar que elas fazem parte do Coven. E assim terminou o episódio e foi dado o “start” para a elaboração das mais diversas teorias: existem bruxas morando dentro delas? Elas são bruxas? O espírito de Fiona estaria escondido dentro de Mallory? Ou seria Zoe?

Teorias e ansiedade à parte, só nos resta esperar o próximo episódio, que vai ao ar na quinta-feira às 16horas na FX.

Madison_Montgomery_Apocalypse_Teaser

“Surprise, Bitch!”