Crítica do filme: Okja, Netflix

Se você:
-possui ou já possuiu um animal de estimação querido,
-se você tem dúvidas quanto a indústria alimentícia das carnes e já pensou em tornar-se vegetariano,
-se você já é vegetariano ou
-um ser humano um pouco mais sensível,

a experiência de assistir ao filme Okja, da Netflix, será extremamente complicada para não dizer dolorosa.
Não me entendam mal, o filme é lindo, possui uma fotografia maravilhosa, um roteiro com bom ritmo, personagens carismáticos, efeitos especiais fantásticos, uma protagonista que apesar da pouca idade segurou o papel com excelência e uma boa história. Mas é triste, muito triste.

Pessoalmente achei algumas cenas apelativas ao extremo, mas entendo que este era o intuito da produção, “desromantizar” o processo industrial pecuário. E o final me incomodou a bastante, eu esperava sinceramente que mais fosse feito (não direi mais para não dar spoilers). Chorei feito criança, fiquei mal depois de assistir e não consigo comer carne vermelha desde então – o que me leva a ressaltar algo que a própria Netflix já fez: definitivamente não é um filme para crianças. Papais e mamães de plantão, Okja não é uma opção ok?!

Em tempo, vale a dica: assistam ao documentário Cowspiracy, que infelizmente não é ficção.

cowspiracy-a-verdade-que-nao-querem-contar-e-sobre-a-qual-nao-queremos-saber.html

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