Arquivo | julho 2016

Jennifer Níven confirmada na Bienal do Livro!

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Conforme divulgado no site da Editora Seguinte (http://www.editoraseguinte.com.br/) a escritora Jennifer Níven está confirmada na Bienal do Livro deste ano, que acontecerá em São Paulo – SP de 26 de agosto a 04 de setembro, no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi.

A autora é responsável pelo publicação de sucesso Por Lugares Incríveis, que conta a história de um casal de adolescentes que, prestes a cometer suicídio, acabam se conhecendo. O livro é um dos meus favoritos e, já foi resenhado aqui pelo Blog, veja o link abaixo:

http://www.leitoradinamica.com.br/2016/03/resenha-por-lugares-inciveis-jennifer-niven-ed-seguinte/

Jennifer Níven estará na Bienal no dia 27 de Agosto (domingo), para a programação da Bienal, que inclui palestra e uma sessão de autógrafos. Se estiver na capital paulista, separe seu exemplar e vá sem falta até a Bienal! E caso você não vá a Bienal este ano, a autora irá passar por mais três cidades brasileiras, segue abaixo as datas e locais:

. Segunda-feira, 29 de agosto – Belém, PA

. Quarta-feira, 31 de agosto – Fortaleza, CE

. Sexta-feira, 02 de setembro – Recife, PE

Para maiores informações, fique ligado nos eventos divulgados no Facebook da Editora:

https://www.facebook.com/editoraseguinte/events/

 

 

Livro X Filme: O Quarto de Jack

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Bastante tempo após a estreia, e passado o entusiasmo pós-oscar, esta semana eu finalmente assisti ao filme O Quarto de Jack, baseado no livro O Quarto da escritora irlandesa Emma Donoghue.

Eu li o livro no início do ano, logo após a cerimônia do Oscar que premiou a protagonista Brie Larson como melhor atriz, movida por pura curiosidade pela história que havia inspirado o filme. Confesso que foi um dos livros mais “pesados” que me recordo de ter lido nos últimos tempos e, me desculpem, mas não haverá resenha dele (existem livros que não consigo reler e este é um deles).

Apesar de muito bem escrito, a densa narrativa continha alguns fatos que incomodaram bastante, e me fizeram refletir se eram de fato pertinentes para a história ou se a autora os havia inserido no contexto somente com a intenção de chocar o leitor. Mesmo com o terrível contexto da história, não consegui criar empatia pela personagem Ma (a mãe de Jack), o que me incomodou, e suas atitudes que me desagradavam bastante, acentuaram isso. Após a primeira parte da história e seu clímax, a narrativa ficou confusa, cansativa e fiquei decepcionada ao chegar ao final. Concluindo, trata-se de um bom livro que conta uma emocionante história, mas que pessoalmente, não me agradou.

Então acabei procrastinando o ato de ver o filme, fazendo-o somente agora. E posso dizer que esse é um dos raros casos em que a adaptação cinematográfica me agradou mais que o livro. A história é contada em sua essência, e a ligação entre Jack, a mãe e o Quarto continua sendo o fio condutor. Porém diversos pontos foram omitidos ou modificados e… Confesso que fiquei aliviada com alguns deles.

Mesmo me agradando o fato de o filme ser menos “perturbador” que o livro, a adaptação pecou um pouco. Personagens e tramas paralelas que foram excluídos da história fizeram falta, pois a tensa adaptação de Jack ao “mundo real” acabou sendo contada de forma muito simplista. Também tiveram temas como o abuso da mídia, a rejeição do avô de Jack e a frustação da Mãe com a sua situação (e principalmente com as possibilidades que lhe foram roubadas), que foram pincelados na história e não apresentados como deveriam, já que eram pertinentes ao contexto geral. Mas infelizmente, este tipo de situação ocorre quando temos uma narrativa muito densa e extensa adaptada para o cinema.

Já no contexto positivo, os fatos que me incomodaram durante a leitura foram excluídos em grande parte – com exceção da questão do dente da Mãe, que mesmo com todo o conceito existente por trás, é muito nojenta. Mas nos pouparam de outros momentos bem constrangedores – a “amamentação” de Jack foi um deles.

Tanto no livro quanto no filme, o enredo não dá muito espaço para conhecermos o sequestrador (“Velho Nick”), e também não enfatiza de forma clara o “destino” dele após a descoberta do Quarto. O que é positivo, pois o sequestro/estupro está presente na história (obviamente), mas não chega a ser seu tema central.

No que diz respeito às atuações, acho que Jacob Tremblay merecia mais qualquer prêmio do que a atriz Brie Larson; a atuação dela está muito boa (não sei se o suficiente para o Oscar), mas o menino é brilhante. A direção e a fotografia do filme merecem destaque.

Concluindo, acho válido tanto a leitura do livro quanto assistir ao filme, ambos são fortes e bem construídos (e se possível nesta ordem: livro depois filme). Porém, apesar de não ter me emocionar tanto, o filme me agradou mais, me deixando mais “confortável” como expectadora.

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Caso tenha se interessado pela história, segue abaixo a Sinopse do Livro:

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“Para Jack, um esperto menino de 5 anos, o quarto é o único mundo que conhece. É onde ele nasceu e cresceu, e onde vive com sua mãe, enquanto eles aprendem, leem, comem, dormem e brincam. À noite, sua mãe o fecha em segurança no guarda-roupa, onde ele deve estar dormindo quando o velho Nick vem visitá-la.
O quarto é a casa de Jack, mas, para sua mãe, é a prisão onde o velho Nick a mantém há sete anos. Com determinação, criatividade e um imenso amor maternal, a mãe criou ali uma vida para Jack. Mas ela sabe que isso não é suficiente, para nenhum dos dois. Então, ela elabora um ousado plano de fuga, que conta com a bravura de seu filho e com uma boa dose de sorte. O que ela não percebe, porém, é como está despreparada para fazer o plano funcionar.”

Fonte: Saraiva

Novidades sobre a nova temporada de Gilmore Girls

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Conforme anunciado no site Ligado em Série (http://www.ligadoemserie.com.br/), o Netflix divulgou hoje o primeiro trailer e a data de estreia da nova temporada da série Gilmore Girls!

A temporada irá se chamar Gilmore Girls: A Year in the Life, e estará disponível completa (todos os episódios de uma vez) na plataforma do Netflix no dia 25 de Novembro deste ano, ou seja, daqui a QUATRO meses!!! Serão 04 episódios de 90 minutos cada, onde cada capítulo se passará em uma estação do ano.

Praticamente todo o elenco está confirmado, até mesmo a atriz Melissa McCarty, desmentindo os rumores de que a mesma não havia sido convidada ou não teria aceitado participar da nova temporada.

Só nos resta rever as outras sete temporadas (já disponíveis no Netflix) e aguardar ansiosos pela estreia! Confira o trailer abaixo:

Sobre a autora: Marian Keyes

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Marian Keyes é uma das romancistas irlandesas mais bem sucedidas de todos os tempos. Embora ela tenha sido criada em uma casa onde eram contadas muitas histórias, nunca lhe ocorreu que ela poderia se tornar uma escritora. Ao invés disso, ela estudou direito e contabilidade, mas somente em 1993 começou a escrever alguns contos. Embora não tivesse a intenção de escrever um romance (“Levaria muito tempo”), mandou seus contos para uma editora, com uma carta sugerindo que ela havia começado a trabalhar em um romance. Os editores lhe responderam pedindo para ver o material, e após o pânico inicial, ela começou a escrever o que posteriormente se tornaria seu primeiro livro: Melancia.

O livro foi publicado na Irlanda em 1995 e obteve sucesso imediato. O seu estilo de escrita descontraído e com o típico humor irlandês agradou a diferentes faixas etárias, o que facilitou a disseminação do romance por toda a Grã-Bretanha, de forma que Melancia foi categorizado como um livro de ‘novos talentos’. Outros países seguiram este processo (especialmente os EUA em 1997) e, atualmente, a escritora já teve seus trabalhos publicados em trinta e três línguas diferentes.

Até hoje, a mulher que disse que nunca iria escrever um romance, já publicou treze deles: Melancia, Casório, Férias, Agora ou Nunca, Sushi, Los Angeles, Um best-seller para chamar de meu, Tem alguém aí?, Cheio de Charme, A estrela mais brilhante no céu, Chá de Sumiço e A mulher que roubou minha vida; todos best-sellers, totalizando trinta milhões de livros vendidos até 2016. Tem alguém aí? ganhou o prêmio British Book Awards para a ficção popular e o prêmio Melissa Nathan de Comédia Romance. Cheio de Charme ganhou o prêmio Irish Book para a ficção popular.

Os livros tratam de diversas formas de doenças atuais, incluindo: dependência, depressão, violência doméstica, julgamentos e outras graves doenças, mas sempre com compaixão, humor e esperança.

Em 2009, Marian enfrentou um episódio depressivo mais grave e precisou parar de trabalhar. Eventualmente, ela descobriu que cozinhar bolos a ajuda a sobreviver; e em 2012, ela publicou Saved by Cake, que combina receitas com a sua autobiografia.

Em 2014 e 2015, com a publicação da A mulher que roubou minha vida, Marian apareceu em diversos programas de TV como: Strictly Come Dancing – It Takes Two, The Great British Bake Off Extra Slice and the Apprentice – You’ve Been Fired.

Além de romances, ela também já escreveu contos e artigos para várias revistas e outras publicações. Ela já publicou três coleções de seus trabalhos voltados para o jornalismo, intitulados Under the Duvet e Further Under the Duvet, e doou todos os lucrosdas vendas irlandesas para a Comunidade Simon, uma instituição de caridade que trabalha com desabrigados. Em 2016 Marian publicou uma nova coleção de ensaios, Making It Up As I Go Along.

Ela nasceu em Limerick, em 1963, e cresceu em Cavan, Cork, Galway e Dublin; durante seus vinte e poucos anos viveu em Londres, mas agora mora em Dun Laoghaire com o marido, Tony. Ela inclui entre seus passatempos, leitura, filmes, sapatos, bolsas e feminismo.

Fonte: site de escritora: http://www.mariankeyes.com/home

Melancia: Sinopse do Livro

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E finalmente vamos iniciar o Especial Irmãs Walsh, personagens da escritora Marian Keyes, conforme anunciado aqui no blog algumas semanas atrás! O primeiro volume, cuja personagem principal é a mais velha das irmãs Walsh – Claire – é Melancia, confiram abaixo a sinopse. Em 2003 o livro ganhou uma adaptação cinematográfica dirigida por Kieron J. Walsh e estrelada por Anna Friel (da série Pushing Daisies) no papel de Claire, e Brenda Fricker (vencedora do Oscar em 1989 pelo filme Meu pé Esquerdo). A produção chegou a ser premiada na Irlanda, mas foi encaminhada diretamente para a televisão e sem muita divulgação nos demais países.

SINOPSE:

“Melancia é um romance sobre a arte de manter o bom humor mesmo nos momentos mais adversos. Com 29 anos, uma filha recém-nascida e um marido que acabou de confessar um caso de mais de seis meses com a vizinha também casada, Claire se resume a um coração partido, um corpo inteiramente redondo, aparentando uma melancia, e os efeitos colaterais de gravidez, como, digamos, um canal de nascimento dez vezes maior que seu tamanho normal! Nada tendo em vista que a anime, Claire volta a morar com sua excêntrica família: duas irmãs, uma delas obcecada pelo oculto, e a outra, uma demolidora de corações; a mãe viciada em telenovelas e com fobia de cozinha; e o pai, à beira de um ataque de nervos. Após passar alguns dias em depressão, bebendo e chorando, Claire decide avaliar os prós e os contras de um casamento de três anos. É justamente nessa hora que James, seu ex-marido, reaparece. Claire irá recebê-lo, mas lhe reservará uma bela surpresa.”

Fonte: Skoob

Crítica: Stranger Things, Netflix

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Acredito, que assim como eu, boa parte dos viciados em séries passou o final de semana fazendo uma “maratona” de Stranger Things, nova produção da Netflix. Queridinha do momento por diferentes motivos, a nostálgica série surpreendeu muita gente.

Já havia lido muito sobre a série – seus elogios e críticas – então quando comecei a assistir, confesso que minha expectativa estava bem alta. E não me desapontei. Com claras referências ao filme E.T. e ao diretor Steven Spielberg, durante os oito episódios tive a sensação de ter voltado a ser criança e estar assistindo a “Sessão da Tarde”.

Ambientada na década de 80, toda a fotografia e estética pertinentes à época são muito presentes: figurino, automóveis, cenário, objetos, história (a Guerra Fria é um tema central da trama) e trilha sonora. Aliás, se existe algo que me empolgou na série foi a trilha sonora, que está maravilhosa! Ponto pro Netflix, que me deixou com desejo de rever vários filmes da época, cheia de nostalgia!

Outro destaque é o elenco infantil; já havia lido várias críticas positivas sobre o desempenho de Millie Bobby Brown, que faz o papel de Eleven, mas fiquei apaixonada pelo ator Gaten Matarazzo (Dustin)! A dinâmica entre os amigos, o relacionamento deles com o professor e a tensão que causa a chegada de Eleven ao grupo é muito interessante e agradável de acompanhar. A série constrói tramas paralelas que agradam a todas as idades. Jogos de RPG e universos fictícios como os de Star Wars e as obras de J. R. R. Tolkien moldam a imaginação do elenco infantil, mas também há espaço para amor juvenil, casamentos desfeitos e traumas com filhos. Tudo isso se conecta de forma muito sutil e embasada pela trama central, o que foi muito inteligente por parte dos roteiristas e produtores.

Mas, nem tudo é perfeito. A atuação de Winona Ryder deixa a desejar, muitas vezes tive a sensação de estar assistindo à Patricia Heaton interpretando Frances Heck, do seriado de comédia The Middle (até o corte de cabelo está igual!). Outro ponto negativo é a trama sobrenatural; se encararmos a série como algo propriamente da década de 80 tudo bem, mas alguns pontos poderiam ter sido mais explorados e explicados. Porém, não é algo que desqualifique ou tire o brilho da série.

Concluindo, Stranger Things é algo diferente do que vemos atualmente, e para mim, foi uma grata e nostálgica surpresa. A série prende o telespectador ao longo de toda a temporada, e termina concluindo bem suas questões, deixando as pontas certas em aberto para a próxima temporada – já confirmada. Aos fãs como eu, só resta aguardar 2017.

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Resenha: Pax, de Sara Pennypacker

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Contada com a estrutura de uma fábula infantil pela autora Sarah Pennypacker, a história de Pax inicialmente pode parecer inocente, e até mesmo boba. Porém, à medida que o leitor aprofunda-se no universo do livro, e conhece a trama de relações e traumas que compõem cada um dos personagens, o enredo torna-se algo muito mais complexo do que “a jornada de um menino em busca de sua raposa abandonada”.

A história começa no exato momento em que Peter, obedecendo às ordens do pai, abandona sua raposa de estimação, Pax, na floresta. Com capítulos alternados entre as trajetórias do menino e do animal, é possível compreender o relacionamento entre ambos e como a separação os afeta. A dor sentida pela criança ao deixar o animal e a desorientação do mesmo diante da nova situação imposta, são extremamente comoventes. E tem aí o ponto de partida da enorme antipatia que o leitor sentirá ao longo do livro pelo pai de Peter.

Com o alistamento de seu pai à guerra e, sendo sua mãe já falecida, não sobra outra opção a Peter que não seja morar em outra cidade com seu avô. A mudança é o principal motivo dado pelo pai para que a raposa seja abandonada, algo que por medo, o menino relutantemente acaba aceitando. Porém, ao chegar ao seu novo lar e descobrir alguns fatos interessantes sobre a vida de seu pai, Peter conclui que está no lugar errado.

Motivado pela culpa do abandono e pelo amor que sente por Pax, o menino então decide sair numa jornada até o local onde abandonaram o animal, com o objetivo de reencontra-lo. Ao mesmo tempo, Pax decide retornar para a casa na esperança de que “seu menino” esteja lá. Ambos sentiam-se responsáveis pela segurança um do outro.

Durante suas jornadas, tanto o menino quanto a raposa, encontram e fazem amizades com personagens que lhe transmitem experiência, ajudam, desafiam e acolhem. E assim como Pax e Peter, todos tiveram suas vidas afetadas de forma negativa pela guerra.

Ao longo do enredo, os traumas do garoto vão sendo apresentados de forma sutil, na sua narrativa, e também na de Pax. Peter vive em uma constante luta interna para não se tornar igual ao seu pai: um homem violento e marcado pela guerra, sendo consequentemente a figura que ele mais temia. Submisso, por diversas vezes o menino foi protegido por seu animal de estimação.

Percorrendo caminhos diferentes, porém com um objetivo comum, ambos os personagens amadurecem e mudam sua personalidade ao longo das trajetórias. Enquanto Peter aprende a aceitar seus sentimentos e lidar com eles, adquirindo autoconfiança, Pax descobre todo um mundo a ser explorado, e ao lado de seus semelhantes, reconhece e faz uso de seus instintos – algo que antes não se fazia muito necessário. Menino e animal reencontram-se com sua essência.

Em um primeiro momento, não é possível afirmar que o final agrada. Porém, ao analisar melhor, compreendemos que o foco da autora não era no destino dos personagens e sim, no amadurecimento de cada um ao longo do caminho trilhado. Concluindo, esta citação da escritora Kamila Behling encaixa-se perfeitamente na história e em sua mensagem:

Mais importante do que a chegada é a caminhada, e não há caminho sem metamorfose: ela é a ponte que torna possível a nossa travessia até os novos continentes a serem descobertos dentro de nós.

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Sobre a autora: Sara Pennypacker

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Nascida em Massachusetts, EUA, Sara Pennypacker é uma premiada autora de livros infantis. Recebeu diversos prêmios, incluindo o Prêmio Christopher por Clementines’s Letter e o Prêmio Kite de Ouro por Pierre In Love.

A escritora é fundadora do programa ShareOurBooks.org, que empresta livros fornecidos pelos próprios autores. Também viaja muito para palestrar sobre a importância da alfabetização e o incentivo dos mais jovens à leitura. Atualmente, divide seu tempo entre a Flórida e Massachusetts.

Pax é seu primeiro romance publicado no Brasil.

Fontes: Wikipédia e site da Editora Intrínseca.

Para saber mais sobre a escritora e sua bibliografia, acesse sua página oficial:

http://www.sarapennypacker.com/

Lionsgate anuncia o início das filmagens de Extraordinário

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Ontem, a produtora Lionsgate – responsável por filmes como Jogos Vorazes, Divergente e Jogos Mortais – anunciou através do twitter o início das filmagens da adaptação cinematográfica de Extraordinário, livro de R. J. Palácio (e um dos meus favoritos), com estreia prevista para abril de 2017.

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O longa-metragem será dirigido por Stephen Chbosky, autor de As Vantagens de ser Invisível, produzido por Todd Lieberman e David Hoberman, e com Steve Conrad (de À Procura da Felicidade) responsável pelo roteiro.

Nomes famosos integram o elenco como a ganhadora do Oscar Julia Roberts, Owen Wilson no papel do pai de Auggie, o ator da Broadway Daveed Diggs como o professor do menino, e a fofura do Jacob Tremblay (O Quarto de jack), no papel do próprio Auggie.

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O livro é maravilhoso (está na agenda de resenhas do Blog, aguardem) e tudo nos leva a acreditar que o filme não ficará atrás! Agora é só aguardar! E se você sabe pouco sobre esta linda história, segue abaixo a sinopse do livro:

Sinopse:

“August (Auggie) Pullmannasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

J. Palacio criou uma história edificante, repleta de amor e esperança, em que um grupo de pessoas luta para espalhar compaixão, aceitação e gentileza. Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade – um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo o tipo de leitor.”

Fonte: Site Intrínseca

Caso você tenha se interessado, a Editora Intrínseca disponibilizou em seu site o primeiro capítulo do livro! Segue link para acessar:

https://issuu.com/intrinseca/docs/1_cap_extraordinario_issuu_final2

A estreia de Stranger Things, do Netflix

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Está disponível no Netflix, desde a última sexta-feira, dia 15 de julho, a primeira temporada (composta por oito episódios) de Stranger Things, série original do canal. E desde então, a produção tornou-se a nova “queridinha” do momento, agradando públicos de diferentes idades.

Com direção e roteiro assinados pelos irmãos Matt e Ross Duffer, a série se passa na década de 1980 e mistura suspense, humor e sobrenatural, com claras referências à Steven Spilberg e Stephen King. Ambientada em uma pequena cidade de Indiana, nos Estados Unidos, conta a história do desaparecimento do garoto de 12 anos chamado Will Bayers (Noah Schnapp), e os mistérios que envolvem o ocorrido.

Cansados de aguardar respostas da polícia, os amigos de Will vão em sua busca, encontrando no caminho uma misteriosa menina, que possui o número 11 tatuado no pulso. A partir daí desenrola-se uma gama de mistérios envolvendo experimentos secretos do governo americano, forças sobrenaturais, Guerra Fria e é claro, a bela amizade entre as crianças.

O elenco conta com nomes conhecidos como: Winona Ryder, que atua no papel da descontrolada mãe de Will; Matthew Modine, como Dr. Brenner (o típico vilão) e David Harbour (que estará em Esquadrão Suicida). É preciso ressaltar o competente elenco infantil, com destaque para Millie Bobby Brown no papel da misteriosa Eleven.

Aos que se tornarem fãs da série aí vai uma boa notícia: a segunda temporada já foi confirmada pelo Netflix! Caso ainda tenha alguma dúvida, abaixo o link com o trailer legendado! Boa Diversão!

https://youtu.be/5gM6Dcq8EGo